Lançamento: 2010

O Team ICO é uma equipe formada há mais de uma década que possui apenas dois jogos no currículo e mesmo assim possui a regalia de levar o tempo que quiser para terminar seus projetos. Carta branca total por parte da Sony. Por isso mesmo é bom prestar atenção quando uma de suas novas produções se aproxima do lançamento.
Inicialmente chamado Project Trico, The Last Guardian apresenta características que tanto marcaram e diferenciaram ICO e Shadow of the Colossus, games anteriores do estúdio: vastos mundos inabitados e tomados por bucólicas paisagens naturais e a relação entre um jovem rapaz e seres de características místicas. Aqui, um menino interage com uma imensa criatura chamada Trico, que apresenta características de vários animais, como gatos e pássaros. Ainda não é claro o roteiro do jogo ou mesmo se o universo tem relação com os mundos de ICO e Shadow of the Colossus.
God of War III
Lançamento: Março de 2010
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Kratos continua sedento por vingança e a incansável busca dele o levará direto ao Olimpo, lar de Zeus, deus supremo da mitologia grega. God of War III narra a jornada do espartano para o acerto final de contas com aquele que manipulou suas ações e o traiu em outras oportunidades.
Na prática, o que teremos é a mesma excelente experiência proporcionada pela série, mas agora com o requinte da alta definição. Controles praticamente em nada diferem, oferecendo inclusive combos familiares para quem já acompanhou as lutas anteriores do guerreiro pálido.
O destaque fica para os novos equipamentos e habilidades que se pode conquistar. Por exemplo, após destruir Hélios, deus do sol, Kratos pode utilizar a cabeça dele como lanterna para iluminar ambientes escuros e descobrir passagens secretas. As asas de Ícaro retornam, propiciando seqüências de vôo que lembram jogos de nave, exigindo reflexos rápidos para desviar de obstáculos. Mais uma arma já revelada são dois imensos punhos de metal no formato de cabeças de leão que possibilitam desferir socos de imensa potência. Por fim, Kratos agora também pode tirar proveito dos próprios inimigos, usando-os como forma de transporte ou mesmo armas – em uma demonstração, o herói cavalga nas costas de um ciclope, utilizando-o para derrotar hordas de inimigos ao redor.
O potencial gráfico do PlayStation 3 é usado de forma refinada em God of War III, tirando proveito da tecnologia High Dynamic Range Lighting, que faz a câmera simular o comportamento do olho humano, comportando-se de maneiras características ao entrar em ambientes escuros ou visualizar objetos distantes, conferindo ar ainda mais realista à aventura de Kratos. Outra novidade visual do game é que toda a violência e brutalidade do personagem será ainda mais impactante, visto que o sangue jorrado dos inimigos mancha a pele de Kratos, cobrindo o branco da pele dele com o vermelho vívido dos adversários abatidos.
DC Universe Online
Lançamento: 2010

MMOs continuam sendo um tabu em consoles, mas o estúdio Sony Online pretende arruinar isso com DC Universe Online, título que permite ao jogador criar um herói para interagir com figuras clássicas das histórias em quadrinhos, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e tantos outros.
A intenção da produtora é oferecer um estilo de jogo mais interativo e focado em ação do que outros RPGs, deixando de lado tanto microgerenciamento de equipamentos e habilidades. Heróis e vilões pontuam as missões do game e algumas demonstrações exibem o jogador sendo auxiliado por figuras como Superman e Supergirl. Até o momento, mais de cem personagens licenciados já foram confirmados, entre heróis e vilões.
Final Fantasy XIII
Lançamento: 9 de março

O colosso da Square Enix figura ao lado de Gran Turismo 5 como uma das principais produções reveladas no anúncio do PlayStation 3 que chegam à luz do dia ocidental somente em 2010.
O primeiro Final Fantasy com o brilho do visual em alta definição vem encabeçando o ambicioso projeto Fabula Nova Crystallis, que engloba outras aventuras situadas no mesmo universo. FF XIII traz como protagonista a moça Lightning, heroína que, de acordo com os próprios produtores, foi criada para ser uma versão feminina do popular Cloud Strife, protagonista de FF VII.
A trama gira em torno da discriminação que os habitantes da cidade flutuante de Cocoon exerce sobre o povo de Pulse, como é conhecida a superfície mundo. Outros elementos importantes na história são os fal’Cie e os l’Cie. Os primeiros são seres nascidos de cristais que possuem o poder de transformar outros em l’Cie. Uma vez nessa condição, deve-ser cumprir uma missão misteriosa, chamada Focus. Caso o l’Cie pereça antes de realizar o destino, torna-se um monstro, chamado Cie Corpse.
Bayonetta
Lançamento: 5 de janeiro

Quando Hideki Kamiya decide criar um novo jogo para desbancar Devil May Cry, franquia concebida por ele próprio, é de se esperar um rojão de ideias originais e bem executadas. Bayonetta, porém, parece preferir turbinar – literalmente – a fórmula consolidada por Dante e companhia.
A protagonista dá nome ao jogo e é uma bruxa dotada de grandes poderes mágicos e, bem, dotes físicos ainda mais avassaladores. Para alegria dos jogadores masculinos, parte – grande parte – dessa exuberância pode ser conferida constantemente: a roupa de Bayonetta é composta por cabelo mágico que a envolve, mas os ataques da moça são todos executados também com cabelo. Melhor ainda, quanto mais potente a investida, mais cabelo é necessário e, portanto, menos vestida a bruxinha fica.
Certamente não é tipo de colega que Harry Potter teria na escola mágica de Hogwarts, mas deve alegrar os jogadores no combate a anjos não tão bonzinhos quanto a lógica supõe. No arsenal de Bayonetta constam também pistolas, sendo duas, por acaso, também os sapatos da donzela. A variedade de combos promete ser imensa, assim como os tipos de adversários e chefões.
Battlefield: Bad Company 2
Lançamento: 2 de março

O primeiro Bad Company foi um marco na série Battlefield ao introduzir destruição em massa regada a doses de bom humor por parte dos fanfarrões integrantes de sua equipe. Como manda a tradição gamer, a continuação traz tudo isso aumentado e melhorado.
Por exemplo, os cenários destrutíveis voltam com novidades substanciais: em vez de detonar apenas paredes e afins das construções, agora é possível demoli-las completamente, colocando tudo ao chão. A variedade de cenários promete ser ainda maior – montanhas com neve, selvas tropicais e desertos são alguns dos ambientes confirmados na campanha para uma pessoa.
Nos campos de batalha multiplayer entra em vigor um sistema de pontos de experiência. Quanto mais evoluído, mais habilidades e armas é possível usar. Outro elemento que estreia e instiga é a possibilidade de personalizar os armamentos, conferindo assim uma camada extra de complexidade à brincadeira. Um detalhe interessante de Bad Company 2 é que ele e Vietnam são os únicos títulos da franquia Battlefield a apresentarem sangue.
fim da parte 2
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