Mais uma vez o Blog esta de cara nova!Avisem para mim se gostaram!
Faremos uma mais legal mais tarde, so preciso de uns cursos!
Por enquanto é isso que eu tenho!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Volta das Férias!!
E ai gente blz?Voltamos das férias.Desculpem por ter esquecido de postar outras, estávamos em época de prova!
domingo, 13 de junho de 2010
Desculpas!!
Foi mal sem querer botei o vídeo errado!Sem querer botei o video do keyboard cat(luto)!
Este é o verdadeiro vídeo do Portal:
http://www.youtube.com/watch?v=-906nd_zsDM
e a parte dois:
http://www.youtube.com/watch?v=MNeWgQXr5uI
Vejam o vídeo mais esperado!
Vídeo mais esperado nesse link http://www.youtube.com/watch?v=J---aiyznGQ
terça-feira, 1 de junho de 2010
Red Dead Redemption
O mais novo jogo da Rockstar Games esta ai pra nos alegrar e divertir.Assim como GTA IV ,Red Dead Redemption vai ser ou já é um grande sucesso,pois o jogo conta com aventuras no velho-oeste,corridas de cavalo,temporada de caça e até mesmo prender donzelas em trilhos de trem(sim,vai ter muito sangue).Além do jogo ter uma boa interface,ele tem uma boa historia.
HISTORIA:
Jonh Martson é um homem culto que vivia na época do velho-oeste.Tudo começa com Jonh se mudando junto com os amigos,chegando la ele tem uma digamos pequena briga com seu amigo Bill.Jonh tem se desculpar,mas ai já é tarde,e leva um tiro no apêndice.Depois.....
Já falei de mais.
Nota:9,0
Só vou esperar pra ganhar um xbox 360 e comprar
essa belezinha.
HISTORIA:
Jonh Martson é um homem culto que vivia na época do velho-oeste.Tudo começa com Jonh se mudando junto com os amigos,chegando la ele tem uma digamos pequena briga com seu amigo Bill.Jonh tem se desculpar,mas ai já é tarde,e leva um tiro no apêndice.Depois.....
Já falei de mais.
Nota:9,0
Só vou esperar pra ganhar um xbox 360 e comprar
essa belezinha.
domingo, 30 de maio de 2010
Comunicado!
Gente meu amigo ira gravar o video do portal(ehhh menos trabalho pra mim), e ai eu posto pra vcs quando eu puder XD !!
Star Trek Online.

Para você que é fã da série Jornada Nas Estrelas (Star Trek) ou simplesmente gosta de jogar um MMOG (Massively Multiplayer Online Game) não deixe passar a oportunidade de jogar Star Trek Online, que começa 25 anos após o filme Star Trek Nemesis na Linha Temporal padrão da franquia, onde a Federação está em guerra com quase todas as raças, uma delas são os Klingons, principais vilões da trama, que atuam com terroristas e sabotadores. O Império Klingon queimou o tratado de Khitomer devido impasses com os Romulanos. A Federação conta com novas tecnologias e protocolos para combatelos, um dos mas interessantes é que você não precisa ter a patente de capitão para comandar uma nave. Em tempos de guerra, vale tudo, amigo!

Em Star Trek Online teremos combates de naves, missões de exploração atrás de novos mundos e civilizações, combates em terra, missões de resgate interações com os outros jogadores e muito mais. Produzido pela Cryptic Studios (City of Heroes e Champions Online) e pela Atari, você primeiramente, escolhe entre três opções para a classe do seu personagem: Engineering (engenharia), Science (ciência) ou Tactical (tático). Os engenheiros possuem foco em buffing (aparelhar), concedendo bônus para você e seus aliados. Os oficiais de ciência exercem a função oposta, debilitando os oponentes, enquanto que os oficiais táticos (os tradicionais “camisa vermelha”) favorecem os ataques diretos, causando o maior dano possível. Depois você deve escolher a sua raça dentre uma vasta seleção como incluindo Vulcanos, Trills, Bajorianos e Humanos entre outros, ou criar a sua própria espécie. Cada espécie possui atributos, técnicas e outras características especiais. O sistema de habilidades vai muito além do que simples aprimoramentos (aprimoramentos momentâneos de resistência ou outros atributos).

A escolha das habilidades especiais do seu avatar pode incluir características especiais de cada raça, como as capacidades telepáticas dos Betazoides, ou a fusão mental dos Vulcanos. Por fim defina as feições e outros atributos físicos da sua criação. Além de definir itens tradicionais como nariz, olhos, cabelos, barba, cicatriz, tatuagem e assim por diante, você também deve escrever uma breve biografia do seu herói (ou simplesmente escrever o seu grito de guerra).
ERROR lucas oliveira!!!
Foi mal ae gente a postagem do star trek estava errada.Por isso tive que deletar.
Explicação.

Vocês devem estar se perguntando onde está a postagem com o vídeo do portal,bem eu so queria explicar que meu pc estava com vírus e não deu pra gravar,quando eu puder eu posto o vídeo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Portal:The First Slice
Como podem ver o blog esta de volta e de cara nova. Bem vamos ao jogo,Portal:The First Slice é um suposto demo do jogo Portal.Nesta versão você joga pelo menos até a câmara de teste número 14 e no jogo mesmo são 19 mais o chefão.Bem amanhã vou botar um vídeo meu jogando umas partes de Portal por isso fica sintonizado com o blog para não perder esta oportunidade.


quarta-feira, 24 de março de 2010
Dante's Inferno:review
Dante’s Inferno me gerou bastante curiosidade quando fiquei sabendo que seria baseado no livro ‘A Divina Comédia’, que conta a história de um cavaleiro templário, Dante, em busca de sua amada Beatrice.
Logo no começo do jogo, após retornar de uma campanha cristã, Dante chega em casa e se depara com sua mulher e seu pai mortos. E pra completar a desgraça, Lúcifer vem buscar a alma de Beatrice para levá-la para o inferno. Indignado, Dante parte em busca de sua amada.
Assim como no livro, o inferno é dividido em nove círculos, cada um com um castigo especifico para pecados cometidos em vida. Essa foi uma das coisas que eu mais gostei no jogo. A adaptação ficou muito bem feita e passa realmente a sensação de agonia dos condenados, que ficam gritando e se lamentando pelos seus pecados.
Os inimigos também seguem esse conceito, por exemplo, há um bebê muito bizarro com lâminas nas mãos no primeiro círculo, o limbo. Já no segundo, luxúria, tem umas mulheres seminuas, incluindo o boss dessa parte.
O que decepciona são os gráficos que estão realmente abaixo do que se espera para a plataforma.
A jogabilidade é bem fluída. Dante possui duas armas principais no jogo, a foice da morte e a cruz dada a ele pela Beatrice. Você ainda tem a opção de condenar ou absolver os inimigos e condenados encontrados, ganhando pontos de Holy ou Unholy, que são usados para evoluir as armas. Confesso que senti falta de mais armas como nos demais jogos do gênero.
Também há vários itens para coletar durante a aventura, garantindo assim um incentivo para jogar o jogo mais de uma vez.
Não tem como falar de Dante’s Inferno sem comentar da sua similaridade (pra não dizer que é igual) a God of War. Quanto a isso, não há o que negar, a jogabilidade, mesmo esquema de câmeras, etc. Tem até os mesmos defeitos como a dificuldade de fazer certos pulos. Mas resumindo a história, faço minhas as palavras da Chiquinha:
Que Dante’s Inferno é uma cópia descarada de God of War, sim sim, e daí?
Se ele é cópia de um jogo, que em minha opinião é um dos melhores da geração passada, como ele pode ser ruim? Aliás, ele não é o primeiro a fazer isso, vide Darksiders. É uma temática nova pra uma fórmula velha.
Garanto que quem gosta de jogos neste estilo, como Bayonetta e Ninja Gaiden, vai passar boas horas com Dante’s Inferno.
Resumindo, não é o melhor no estilo mas vale pela boa adaptação dos cenários e pela diversão garantida.
Logo no começo do jogo, após retornar de uma campanha cristã, Dante chega em casa e se depara com sua mulher e seu pai mortos. E pra completar a desgraça, Lúcifer vem buscar a alma de Beatrice para levá-la para o inferno. Indignado, Dante parte em busca de sua amada.
Assim como no livro, o inferno é dividido em nove círculos, cada um com um castigo especifico para pecados cometidos em vida. Essa foi uma das coisas que eu mais gostei no jogo. A adaptação ficou muito bem feita e passa realmente a sensação de agonia dos condenados, que ficam gritando e se lamentando pelos seus pecados.
Os inimigos também seguem esse conceito, por exemplo, há um bebê muito bizarro com lâminas nas mãos no primeiro círculo, o limbo. Já no segundo, luxúria, tem umas mulheres seminuas, incluindo o boss dessa parte.
O que decepciona são os gráficos que estão realmente abaixo do que se espera para a plataforma.
A jogabilidade é bem fluída. Dante possui duas armas principais no jogo, a foice da morte e a cruz dada a ele pela Beatrice. Você ainda tem a opção de condenar ou absolver os inimigos e condenados encontrados, ganhando pontos de Holy ou Unholy, que são usados para evoluir as armas. Confesso que senti falta de mais armas como nos demais jogos do gênero.
Também há vários itens para coletar durante a aventura, garantindo assim um incentivo para jogar o jogo mais de uma vez.
Não tem como falar de Dante’s Inferno sem comentar da sua similaridade (pra não dizer que é igual) a God of War. Quanto a isso, não há o que negar, a jogabilidade, mesmo esquema de câmeras, etc. Tem até os mesmos defeitos como a dificuldade de fazer certos pulos. Mas resumindo a história, faço minhas as palavras da Chiquinha:
Que Dante’s Inferno é uma cópia descarada de God of War, sim sim, e daí?
Se ele é cópia de um jogo, que em minha opinião é um dos melhores da geração passada, como ele pode ser ruim? Aliás, ele não é o primeiro a fazer isso, vide Darksiders. É uma temática nova pra uma fórmula velha.
Garanto que quem gosta de jogos neste estilo, como Bayonetta e Ninja Gaiden, vai passar boas horas com Dante’s Inferno.
Resumindo, não é o melhor no estilo mas vale pela boa adaptação dos cenários e pela diversão garantida.
terça-feira, 23 de março de 2010
Halo reach
Epa epa epa vem ae halo reach ,onde as pessoas tem varios tipos de opções de jogo,como head hunter,spartans vs elite e invasion.
Com esse novo sucesso a BUNGIE vai faturar muito.
lançamento:final do ano(indeterminado).
Gráfico:9,0
Jogabilidade:8,4
Disponível para PC,XBOX 360 e PS3.
HISTORIA
O jogo eh passado antes do primeiro halo,e o Master Chief esta de volta com uma squad ODST(Orbital Drop Shock Troopers).Pode se dizer q halo reach esta conectado com o halo ODST,fazendo com q os fãs tenham uma grande surpresa
Com esse novo sucesso a BUNGIE vai faturar muito.
lançamento:final do ano(indeterminado).
Gráfico:9,0
Jogabilidade:8,4
Disponível para PC,XBOX 360 e PS3.
HISTORIA
O jogo eh passado antes do primeiro halo,e o Master Chief esta de volta com uma squad ODST(Orbital Drop Shock Troopers).Pode se dizer q halo reach esta conectado com o halo ODST,fazendo com q os fãs tenham uma grande surpresa
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Especial Previews 2010 parte 4(fim)
Dante's Inferno
Lançamento: 9 de fevereiro

God of War consolidou um estilo de jogo divertido e empolgante, gerando assima uma série de aspirantes ao trono. Dante’s Inferno representa uma ousada investida da Electronic Arts no gênero, buscando inspiração no clássico poema A Divina Comédia, do escritor italiano Dante Alighieri, para criar uma jornada épica e violenta pelo próprio inferno.
A história é baseada diretamente nos livros, com algumas liberdades poéticas: Dante tornou-se um cavaleiro casca grossa equipado com a foice da própria Morte e que ousa atravessar os nove círculos do inferno até chegar a Lúcifer, que aprisionou a alma de Beatrice, amada de Dante.
Os controles são idênticos aos de God of War, envolvendo ataques fracos, fortes, uso de magia e armas diversas. Violência em demasia também se faz presente, assim como cenas de nudez em certos pontos da aventura – como ao explorar o reino do pecado da Luxúria.
No More Heroes: Heroes Paradise
Lançamento: 25 de fevereiro (no Japão)
A primeira aventura de Travis Touchdown angariou o respeito e elogios da crítica especializada, mas o mesmo não aconteceu com as vendas, que atingiram cifras pouco expressivas. A tresloucada jornada do rapaz para se tornar o principal assassino da cidade fictícia de Santa Destroy ganha agora nova chance de brilhar, desta vez apresentando visual detalhado em alta definição.
No campo dos controles há diferencias substanciais, tendo em vista que o No More Heroes original fora projetado tendo em mente a combinação Wii Remote e Nunchuk do Wii, o que propicia liberdade impossível com os controles do Playstation 3.
A fim de compensar a demora, além dos gráficos em alta definição, Heroes Paradise contará com um modo extra chamado Very Sweet Mode no qual todas as mocinhas do game aparecerão vestindo apenas trajes íntimos. Por fim, a dublagem será em japonês, diferente do game original, que tinha apenas vozes em inglês.
Rage
Lançamento: 2010
Em produção desde 2007, Rage chama atenção por ser uma nova produção do estúdio id Software, aclamada produtora responsável pela série Doom. Fugindo dos corredores estreitos e narrativa linear, o novo game oferece um imenso mundo aberto com ambientação pós-apocalíptica.
A aventura se desenrola em um futuro distante no qual o planeta foi acometido pela queda do meteoro 99942 Apophis, que desencadeou um severo processo de desertificação. Nesse ambiente similar aos dos filmes da série Mad Max ou mesmo à franquia de game Fallout, o jogador tem posse de um carro com o qual pode perambular livremente, visitando cidades e disputando corridas.
Detalhes sobre a trama são escassos, mas há promessa de ampla liberdade de ações. O dinheiro obtido com missões e vencendo as provas de velocidade pode ser utilizado para melhorar equipamentos, incluindo o próprio veículo. Como não poderia ser diferente em uma produção da id, os gráficos são absolutamente detalhados. Felizmente, graças ao uso de mídia Blu-ray no PlayStation 3, o título será lançado em um único disco, enquanto no Xbox 360 e versões para computador será necessário dividir em mais discos por conta do tamanho colossal de Rage.
Final Fantasy XIV Online
Lançamento: 2010%5B1%5D.jpg)
Revelado como grande carta na manga da Sony durante a E3 2009, o novo episódio da aclamada série de RPG representa uma nova investida no mundo dos RPGs online, já arranhado pela franquia com Final Fantasy XI.
A premissa é de uma experiência muito mais focada na ação do que em microgerenciamento de equipamentos e habilidades. O estilo de jogar de cada pessoa define diretamente qual a profissão que seu avatar assumirá, um sistema chamado The Armoury System que permite assim moldar seu herói enquanto joga, sem precisar planejar demais.
A ação toda ocorre no planeta Eorzea, um local de bela natureza, mas atormentado por guerras constantes. Por anos se desfia uma intensa luta contra o Império Garlean, que dá gênese a uma geração de guerreiros de diversos tipos, alguns focados no combate, outros aventureiros e mercenários que buscam tesouros.
Um ponto interessante de FF XIV é que ele oferecerá suporte multiplataforma, permitindo assim que jogadores do PlayStation 3 interajam também com usuários de PC, plataforma que também receberá o RPG.
Lost Planet 2
Lançamento: 23 de fevereiro
O primeiro game da franquia apresentou uma aventura marcada pela solidão e a aridez do gelo que cobria a superfície do planeta E.D.N. III. Em contrapartida, Lost Planet 2 subverte totalmente esses padrões, focando em uma aventura para várias pessoas em uma versão bem diferente do lugar. Dez anos se passaram e o gelo derreteu, propiciando assim a aparição de uma vegetação exuberante e diversificada – mas ainda habitada por perigosas e imensas criaturas.
Sai de cena o herói solitário Wayne, sobe ao palco um personagem totalmente personalizável ao gosto do jogador. Ele integra um grupo de quatro guerreiros inseparáveis que devem desbravar os inóspitos e fascinantes novos locais de E.D.N. III. Jogando sozinho os comparsas são comandados pela inteligência artifical, mas o esquema promete brilhar forte ao permitir jogar em cooperação com mais três amigos online.
PSP
Metal Gear Solid: Peace Walker
Lançamento: 25 de maio
A saga de Solid Snake, Big Boss e outros pode ter encontrado fim em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, mas isso não indica que tenham acabado todas as histórias da franquia para contar. Peace Walker estabelece um dos elos perdidos mais importantes da série, concretizando ainda mais a transformação de Naked Snake em Big Boss.
A trama ocorre na Costa Rica, em 1974, e mostra o guerrilheiro lutando para estabelecer os alicerces da república independente Outer Heaven, onde mercenários e soldados encontram um lugar perfeito para viver. A jogabilidade busca inspiração direta em Metal Gear Solid 3: Snake Eater, apresentando gráficos realistas e o versátil sistema de luta CQC.
A principal novidade de Peace Walker fica para o inédito modo cooperativo para até quatro jogadores. Cada um assume o papel de um Naked Snake distinto e há movimentos especiais em equipe para facilitar vencer os soldados adversários. O roteiro é assinado pelo próprio Hideo Kojima, criador da franquia, prometendo assim personagens complexos e intrigantes, assim como explicações para diversos mistérios da cronologia oficial.
Kingdom Hearts: Birth By Sleep
Lançamento: 9 de janeiro (no Japão)
Situado dez anos antes do primeiro Kingdom Hearts, Birth By Sleep jogará luz sobre o misterioso trailer secreto visto no final da edição Final Mix de Kingdom Hearts II. Aqui acompanharemos um trio de esquecidos mestres de Keyblades, as curiosas espadas em formato de chave que são peças fundamentais da trama da série.
Os heróis são Terra, Ven e Aqua, sendo que Ven possui aparência idêntica à de Roxas, personagem de Kingdom Hearts II que, por sua vez, possui uma ligação forte com Sora, garoto que é o protagonista principal da franquia. Os três procuram por Mestre Xehanort, que desapareceu e também desempenha papel fundamental na cronologia KH. Cada um possui um enredo próprio, com fases únicas, sendo que eventualmente os caminhos se cruzam.
A variedade de mundos a explorar trará diversas locações inéditas, explorando principalmente os reinos das princesas do universo Disney, como Aurora (de A Bela Adormecida), Cinderella e Branca de Neve. Em termos de jogabilidade, Birth By Sleep refina ainda mais o sistema de Kingdom Hearts II, oferecendo maior precisão nos golpes e movimentação, assim como um esquema de ações contextuais melhor polido.
FIM!!!
Lançamento: 9 de fevereiro

God of War consolidou um estilo de jogo divertido e empolgante, gerando assima uma série de aspirantes ao trono. Dante’s Inferno representa uma ousada investida da Electronic Arts no gênero, buscando inspiração no clássico poema A Divina Comédia, do escritor italiano Dante Alighieri, para criar uma jornada épica e violenta pelo próprio inferno.
A história é baseada diretamente nos livros, com algumas liberdades poéticas: Dante tornou-se um cavaleiro casca grossa equipado com a foice da própria Morte e que ousa atravessar os nove círculos do inferno até chegar a Lúcifer, que aprisionou a alma de Beatrice, amada de Dante.
Os controles são idênticos aos de God of War, envolvendo ataques fracos, fortes, uso de magia e armas diversas. Violência em demasia também se faz presente, assim como cenas de nudez em certos pontos da aventura – como ao explorar o reino do pecado da Luxúria.
No More Heroes: Heroes Paradise
Lançamento: 25 de fevereiro (no Japão)

A primeira aventura de Travis Touchdown angariou o respeito e elogios da crítica especializada, mas o mesmo não aconteceu com as vendas, que atingiram cifras pouco expressivas. A tresloucada jornada do rapaz para se tornar o principal assassino da cidade fictícia de Santa Destroy ganha agora nova chance de brilhar, desta vez apresentando visual detalhado em alta definição.
No campo dos controles há diferencias substanciais, tendo em vista que o No More Heroes original fora projetado tendo em mente a combinação Wii Remote e Nunchuk do Wii, o que propicia liberdade impossível com os controles do Playstation 3.
A fim de compensar a demora, além dos gráficos em alta definição, Heroes Paradise contará com um modo extra chamado Very Sweet Mode no qual todas as mocinhas do game aparecerão vestindo apenas trajes íntimos. Por fim, a dublagem será em japonês, diferente do game original, que tinha apenas vozes em inglês.
Rage
Lançamento: 2010

Em produção desde 2007, Rage chama atenção por ser uma nova produção do estúdio id Software, aclamada produtora responsável pela série Doom. Fugindo dos corredores estreitos e narrativa linear, o novo game oferece um imenso mundo aberto com ambientação pós-apocalíptica.
A aventura se desenrola em um futuro distante no qual o planeta foi acometido pela queda do meteoro 99942 Apophis, que desencadeou um severo processo de desertificação. Nesse ambiente similar aos dos filmes da série Mad Max ou mesmo à franquia de game Fallout, o jogador tem posse de um carro com o qual pode perambular livremente, visitando cidades e disputando corridas.
Detalhes sobre a trama são escassos, mas há promessa de ampla liberdade de ações. O dinheiro obtido com missões e vencendo as provas de velocidade pode ser utilizado para melhorar equipamentos, incluindo o próprio veículo. Como não poderia ser diferente em uma produção da id, os gráficos são absolutamente detalhados. Felizmente, graças ao uso de mídia Blu-ray no PlayStation 3, o título será lançado em um único disco, enquanto no Xbox 360 e versões para computador será necessário dividir em mais discos por conta do tamanho colossal de Rage.
Final Fantasy XIV Online
Lançamento: 2010
%5B1%5D.jpg)
Revelado como grande carta na manga da Sony durante a E3 2009, o novo episódio da aclamada série de RPG representa uma nova investida no mundo dos RPGs online, já arranhado pela franquia com Final Fantasy XI.
A premissa é de uma experiência muito mais focada na ação do que em microgerenciamento de equipamentos e habilidades. O estilo de jogar de cada pessoa define diretamente qual a profissão que seu avatar assumirá, um sistema chamado The Armoury System que permite assim moldar seu herói enquanto joga, sem precisar planejar demais.
A ação toda ocorre no planeta Eorzea, um local de bela natureza, mas atormentado por guerras constantes. Por anos se desfia uma intensa luta contra o Império Garlean, que dá gênese a uma geração de guerreiros de diversos tipos, alguns focados no combate, outros aventureiros e mercenários que buscam tesouros.
Um ponto interessante de FF XIV é que ele oferecerá suporte multiplataforma, permitindo assim que jogadores do PlayStation 3 interajam também com usuários de PC, plataforma que também receberá o RPG.
Lost Planet 2
Lançamento: 23 de fevereiro

O primeiro game da franquia apresentou uma aventura marcada pela solidão e a aridez do gelo que cobria a superfície do planeta E.D.N. III. Em contrapartida, Lost Planet 2 subverte totalmente esses padrões, focando em uma aventura para várias pessoas em uma versão bem diferente do lugar. Dez anos se passaram e o gelo derreteu, propiciando assim a aparição de uma vegetação exuberante e diversificada – mas ainda habitada por perigosas e imensas criaturas.
Sai de cena o herói solitário Wayne, sobe ao palco um personagem totalmente personalizável ao gosto do jogador. Ele integra um grupo de quatro guerreiros inseparáveis que devem desbravar os inóspitos e fascinantes novos locais de E.D.N. III. Jogando sozinho os comparsas são comandados pela inteligência artifical, mas o esquema promete brilhar forte ao permitir jogar em cooperação com mais três amigos online.
PSP
Metal Gear Solid: Peace Walker
Lançamento: 25 de maio

A saga de Solid Snake, Big Boss e outros pode ter encontrado fim em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, mas isso não indica que tenham acabado todas as histórias da franquia para contar. Peace Walker estabelece um dos elos perdidos mais importantes da série, concretizando ainda mais a transformação de Naked Snake em Big Boss.
A trama ocorre na Costa Rica, em 1974, e mostra o guerrilheiro lutando para estabelecer os alicerces da república independente Outer Heaven, onde mercenários e soldados encontram um lugar perfeito para viver. A jogabilidade busca inspiração direta em Metal Gear Solid 3: Snake Eater, apresentando gráficos realistas e o versátil sistema de luta CQC.
A principal novidade de Peace Walker fica para o inédito modo cooperativo para até quatro jogadores. Cada um assume o papel de um Naked Snake distinto e há movimentos especiais em equipe para facilitar vencer os soldados adversários. O roteiro é assinado pelo próprio Hideo Kojima, criador da franquia, prometendo assim personagens complexos e intrigantes, assim como explicações para diversos mistérios da cronologia oficial.
Kingdom Hearts: Birth By Sleep
Lançamento: 9 de janeiro (no Japão)

Situado dez anos antes do primeiro Kingdom Hearts, Birth By Sleep jogará luz sobre o misterioso trailer secreto visto no final da edição Final Mix de Kingdom Hearts II. Aqui acompanharemos um trio de esquecidos mestres de Keyblades, as curiosas espadas em formato de chave que são peças fundamentais da trama da série.
Os heróis são Terra, Ven e Aqua, sendo que Ven possui aparência idêntica à de Roxas, personagem de Kingdom Hearts II que, por sua vez, possui uma ligação forte com Sora, garoto que é o protagonista principal da franquia. Os três procuram por Mestre Xehanort, que desapareceu e também desempenha papel fundamental na cronologia KH. Cada um possui um enredo próprio, com fases únicas, sendo que eventualmente os caminhos se cruzam.
A variedade de mundos a explorar trará diversas locações inéditas, explorando principalmente os reinos das princesas do universo Disney, como Aurora (de A Bela Adormecida), Cinderella e Branca de Neve. Em termos de jogabilidade, Birth By Sleep refina ainda mais o sistema de Kingdom Hearts II, oferecendo maior precisão nos golpes e movimentação, assim como um esquema de ações contextuais melhor polido.
FIM!!!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Especial Previews 2010 parte 3
Super Street Fighter IV
Lançamento: Segundo trimestre
Uma das grandes sensações da temporada 2009 foi Street Fighter IV, aguardado e sonhado novo capítulo da tradicional franquia de luta da Capcom. O título buscou reviver em tudo a glória do antepassado Street Fighter II, resgatando desde todo o elenco original até à mecânica de jogo 2D. E se a ideia é reviver as tradições de outrora, nada mais normal então do que a produtora japonesa lançar esta versão Super pouco menos de um ano depois, acrescentando novidades mil.
Logo de cara, Super Street Fighter IV expande o plantel de lutadores jogáveis, trazendo de volta o índio T. Hawk e o jamaicano DeeJay. Ao menos uma estreante se faz presente na forma da mocinha coreana Juri e veteranos da franquia Alpha também se juntam às pelejas, caso de Guy, Cody e Adon. Outra pérola retrô que aparece são os estágios de bônus, um de destruir o carro no tempo limite e outro de destroçar barris.
As novidades não cessam por aí: a Capcom promete ainda uma jogabilidade melhor balanceada, novos golpes, roupas, cores e melhorias diversas nas lutas online. Por fim, o game chega ao mercado a um preço menor do que lançamentos comuns e há também a garantia de que aqueles que já são donos de uma cópia de Street Fighter IV receberão um brinde especial caso migrem para a edição melhorada.
Quantum Theory
Lançamento: Segundo trimestre
Tendo em vista que a franquia Gears of War dificilmente chegará ao PlayStation 3, a Tecmo busca preencher a lacuna com este título de ação feito nos moldes da saga da Epic. Quantum Theory apresenta o mesmo estilo de jogo e até direção de arte, ostentando um herói fortão, ambientes destruídos e visão em terceira pessoa. Até mesmo a consagrada mecânica de atirar e se esconder apoiando em objetos do cenário se faz presente.
Outra dinâmica que o game pega emprestado são os ataques em dupla como vistos em Prince of Persia, no qual o protagonista e a mocinha Elika colaboram com diversos golpes e acrobacias. Tal qual o monarca da Ubisoft, o brutamontes Syd tem a companhia de uma moça de curvas tentadoras.
Como forma de se distanciar dos títulos citados e trazer uma dose de originalidade, Quantum Theory atrela o enredo a um interessante conceito de jogabilidade. A dupla de heróis explora uma torre orgânica que reage as ações deles. No jogo, isso reflete como cenários dinâmicos, que se alteram em tempo real, propiciando assim variedade de ambientes e ritmo ágil de aventura.
Darksiders
Lançamento: 5 de janeiro
O juízo final aconteceu antes do que deveria e cabe a você, no papel de Guerra, um dos quatro cavaleiros do Apocalipse descobrir quem está por trás dessa desgraça. Na confusão, a entidade perdeu muitos de seus poderes e até mesmo o cavalo Ruína, sua montaria particular, e cabe ao jogador ajudar o cavaleiro em desgraça a resolver isso tudo.
Conforme avança e resgata suas habilidades, o protagonista pode acessar novas áreas antes inacessíveis, o que levou os produtores a compararem Darksiders a um título da série Legend of Zelda, dos videogames da Nintendo. Todavia, imagens e vídeos não desmentem a inspiração para os combates: a violência de Kratos em God of War e tantas outras franquias similares, a exemplo de Devil May Cry. Para acompanhar a trama épica, gráficos de ponta, com detalhes minuciosos, ambientes grandiosos e design de personagens imponente, cortesia do traço original e marcante do desenhista Joe Madureira, notório por trabalhos em gibis da Marvel.
Max Payne 3
Lançamento: Segundo semestre
Mais de seis anos já se passaram desde a última aventura de Max nos videogames e o fracasso da adaptação para as telonas só nos faz clamar pelo retorno do herói durão em grande estilo. Essa é a promessa da Rockstar para Max Payne 3, e ela deve vir acompanhada de mudanças radicais à franquia.
Doze anos se passaram desde os eventos de Max Payne 2. O ex-policial abandou a vida de justiceiro em Nova Iorque e se mudou para o Brasil, mais especificamente São Paulo, a fim de trabalhar como segurança particular de uma rica família. Contudo, algo estranho acontece, Max é traído e começa a ser perseguido por bandidos que querem matá-lo. Mais cínico e cansado do mundo do que nunca, Max decide fazer justiça com as próprias mãos.
A jogabilidade promete não se diferir do que vimos nos títulos anteriores, focando em ação frenética e tiroteios mil. O título usa versões mais avançadas das engines RAGE e Euphoria, as mesmas utilizadas em Grand Theft Auto IV, prometendo assim simulação realista de física e belos gráficos.
BioShock 2
Lançamento: 9 de fevereiro
Ambientado dez anos depois dos incidentes do BioShock original, a continuação traz um novo motivo para visitar a cidade submersa de Rapture: uma nova visionária, chamada Sophia Lamb, assume o sonho de Andrew Ryan e busca tornar a metrópole aquática uma grande e próspera comunidade.
O jogador assume o controle do primeiro protótipo de Big Daddy, enormes e fortes monstros que tanto aterrorizaram no primeiro game. Uma vez que é apenas um espécime de teste, este Big Daddy possui inteligência superior e vontade própria. A fim de completar seus horríveis planos, a mulher forma um exército de Big Sisters, moças trajadas em armaduras similares às dos Big Daddies, mas dotadas de maior agilidade e esperteza, e cabe ao protagonista impedir que isso continue, pois está levando Rapture à destruição total.
Além da campanha principal para uma pessoa, BioShock 2 contará também com a estréia de partidas multiplayer. Enquanto o enredo para uma pessoa acontece depois do primeiro BioShock, o multiplayer funcionará como prévia de todos os acontecimentos, colocando o jogador no papel de um habitante comum da cidade que aos poucos se vê preso em um horrível combate amparado pelo uso descontrolado de plasmids, substâncias que conferem poderes especiais aos seres humanos, como lançar fogo pelas mãos e controlar máquinas.
Novas armas, enredo inteligente, visual impressionante e um promissor modo multiplayer: mais do que meramente uma continuação com mais do mesmo, BioShock 2 tem potencial para significar uma verdadeira evolução à franquia.
Castlevania: Lords of Shadow
Lançamento: 2010
Tentativas de levas as aventuras do clã Belmont ao universo tridimensional já aconteceram várias vezes, mas todas sem sucesso. Para resolver de vez este tabu, a Konami convocou ninguém menos que Hideo Kojima, criador da série Metal Gear Solid, para auxiliar o estúdio espanhol Mercury Steam na árdua tarefa.
De acordo com os produtores, a ideia é buscar inspiração nos primeiros games da franquia, em especial Super Castlevania IV, privilegiando assim ação frenética. O protagonista é Gabriel Belmont, cavaleiro sagrado membro da Irmandade da Luz, que tem como principal missão proteger os seres humanos de criaturas sobrenaturais. Sua vida torna-se um inferno quando perde a esposa, Marie, brutalmente assassinada e que ainda tem a alma roubada e presa pela eternidade.
Neste novo plano etéreo, a moça ajuda Gabriel a aceitar a nova realidade e o guia para cumprir a missão de livrar o planeta de seres das trevas. No caminho, o herói se depara com outras pessoas que o ajudarão e, principalmente, um par de máscaras, uma divinda e outra demoníaca, que de alguma maneira estão ligadas aos misteriosos Senhores das Sombras e também, dizem lendas, que possuem o poder de reviver os mortos.
Na prática, o novo Castlevania será muito similar aos games da franquia God of War, apresentando sequências de pancadaria pontuadas por trechos de aventura plataforma, imensa variedade de armas e equipamentos e combates contra imensos chefes.
Lançamento: Segundo trimestre

Uma das grandes sensações da temporada 2009 foi Street Fighter IV, aguardado e sonhado novo capítulo da tradicional franquia de luta da Capcom. O título buscou reviver em tudo a glória do antepassado Street Fighter II, resgatando desde todo o elenco original até à mecânica de jogo 2D. E se a ideia é reviver as tradições de outrora, nada mais normal então do que a produtora japonesa lançar esta versão Super pouco menos de um ano depois, acrescentando novidades mil.
Logo de cara, Super Street Fighter IV expande o plantel de lutadores jogáveis, trazendo de volta o índio T. Hawk e o jamaicano DeeJay. Ao menos uma estreante se faz presente na forma da mocinha coreana Juri e veteranos da franquia Alpha também se juntam às pelejas, caso de Guy, Cody e Adon. Outra pérola retrô que aparece são os estágios de bônus, um de destruir o carro no tempo limite e outro de destroçar barris.
As novidades não cessam por aí: a Capcom promete ainda uma jogabilidade melhor balanceada, novos golpes, roupas, cores e melhorias diversas nas lutas online. Por fim, o game chega ao mercado a um preço menor do que lançamentos comuns e há também a garantia de que aqueles que já são donos de uma cópia de Street Fighter IV receberão um brinde especial caso migrem para a edição melhorada.
Quantum Theory
Lançamento: Segundo trimestre

Tendo em vista que a franquia Gears of War dificilmente chegará ao PlayStation 3, a Tecmo busca preencher a lacuna com este título de ação feito nos moldes da saga da Epic. Quantum Theory apresenta o mesmo estilo de jogo e até direção de arte, ostentando um herói fortão, ambientes destruídos e visão em terceira pessoa. Até mesmo a consagrada mecânica de atirar e se esconder apoiando em objetos do cenário se faz presente.
Outra dinâmica que o game pega emprestado são os ataques em dupla como vistos em Prince of Persia, no qual o protagonista e a mocinha Elika colaboram com diversos golpes e acrobacias. Tal qual o monarca da Ubisoft, o brutamontes Syd tem a companhia de uma moça de curvas tentadoras.
Como forma de se distanciar dos títulos citados e trazer uma dose de originalidade, Quantum Theory atrela o enredo a um interessante conceito de jogabilidade. A dupla de heróis explora uma torre orgânica que reage as ações deles. No jogo, isso reflete como cenários dinâmicos, que se alteram em tempo real, propiciando assim variedade de ambientes e ritmo ágil de aventura.
Darksiders
Lançamento: 5 de janeiro

O juízo final aconteceu antes do que deveria e cabe a você, no papel de Guerra, um dos quatro cavaleiros do Apocalipse descobrir quem está por trás dessa desgraça. Na confusão, a entidade perdeu muitos de seus poderes e até mesmo o cavalo Ruína, sua montaria particular, e cabe ao jogador ajudar o cavaleiro em desgraça a resolver isso tudo.
Conforme avança e resgata suas habilidades, o protagonista pode acessar novas áreas antes inacessíveis, o que levou os produtores a compararem Darksiders a um título da série Legend of Zelda, dos videogames da Nintendo. Todavia, imagens e vídeos não desmentem a inspiração para os combates: a violência de Kratos em God of War e tantas outras franquias similares, a exemplo de Devil May Cry. Para acompanhar a trama épica, gráficos de ponta, com detalhes minuciosos, ambientes grandiosos e design de personagens imponente, cortesia do traço original e marcante do desenhista Joe Madureira, notório por trabalhos em gibis da Marvel.
Max Payne 3
Lançamento: Segundo semestre

Mais de seis anos já se passaram desde a última aventura de Max nos videogames e o fracasso da adaptação para as telonas só nos faz clamar pelo retorno do herói durão em grande estilo. Essa é a promessa da Rockstar para Max Payne 3, e ela deve vir acompanhada de mudanças radicais à franquia.
Doze anos se passaram desde os eventos de Max Payne 2. O ex-policial abandou a vida de justiceiro em Nova Iorque e se mudou para o Brasil, mais especificamente São Paulo, a fim de trabalhar como segurança particular de uma rica família. Contudo, algo estranho acontece, Max é traído e começa a ser perseguido por bandidos que querem matá-lo. Mais cínico e cansado do mundo do que nunca, Max decide fazer justiça com as próprias mãos.
A jogabilidade promete não se diferir do que vimos nos títulos anteriores, focando em ação frenética e tiroteios mil. O título usa versões mais avançadas das engines RAGE e Euphoria, as mesmas utilizadas em Grand Theft Auto IV, prometendo assim simulação realista de física e belos gráficos.
BioShock 2
Lançamento: 9 de fevereiro

Ambientado dez anos depois dos incidentes do BioShock original, a continuação traz um novo motivo para visitar a cidade submersa de Rapture: uma nova visionária, chamada Sophia Lamb, assume o sonho de Andrew Ryan e busca tornar a metrópole aquática uma grande e próspera comunidade.
O jogador assume o controle do primeiro protótipo de Big Daddy, enormes e fortes monstros que tanto aterrorizaram no primeiro game. Uma vez que é apenas um espécime de teste, este Big Daddy possui inteligência superior e vontade própria. A fim de completar seus horríveis planos, a mulher forma um exército de Big Sisters, moças trajadas em armaduras similares às dos Big Daddies, mas dotadas de maior agilidade e esperteza, e cabe ao protagonista impedir que isso continue, pois está levando Rapture à destruição total.
Além da campanha principal para uma pessoa, BioShock 2 contará também com a estréia de partidas multiplayer. Enquanto o enredo para uma pessoa acontece depois do primeiro BioShock, o multiplayer funcionará como prévia de todos os acontecimentos, colocando o jogador no papel de um habitante comum da cidade que aos poucos se vê preso em um horrível combate amparado pelo uso descontrolado de plasmids, substâncias que conferem poderes especiais aos seres humanos, como lançar fogo pelas mãos e controlar máquinas.
Novas armas, enredo inteligente, visual impressionante e um promissor modo multiplayer: mais do que meramente uma continuação com mais do mesmo, BioShock 2 tem potencial para significar uma verdadeira evolução à franquia.
Castlevania: Lords of Shadow
Lançamento: 2010

Tentativas de levas as aventuras do clã Belmont ao universo tridimensional já aconteceram várias vezes, mas todas sem sucesso. Para resolver de vez este tabu, a Konami convocou ninguém menos que Hideo Kojima, criador da série Metal Gear Solid, para auxiliar o estúdio espanhol Mercury Steam na árdua tarefa.
De acordo com os produtores, a ideia é buscar inspiração nos primeiros games da franquia, em especial Super Castlevania IV, privilegiando assim ação frenética. O protagonista é Gabriel Belmont, cavaleiro sagrado membro da Irmandade da Luz, que tem como principal missão proteger os seres humanos de criaturas sobrenaturais. Sua vida torna-se um inferno quando perde a esposa, Marie, brutalmente assassinada e que ainda tem a alma roubada e presa pela eternidade.
Neste novo plano etéreo, a moça ajuda Gabriel a aceitar a nova realidade e o guia para cumprir a missão de livrar o planeta de seres das trevas. No caminho, o herói se depara com outras pessoas que o ajudarão e, principalmente, um par de máscaras, uma divinda e outra demoníaca, que de alguma maneira estão ligadas aos misteriosos Senhores das Sombras e também, dizem lendas, que possuem o poder de reviver os mortos.
Na prática, o novo Castlevania será muito similar aos games da franquia God of War, apresentando sequências de pancadaria pontuadas por trechos de aventura plataforma, imensa variedade de armas e equipamentos e combates contra imensos chefes.
Especial Previews 2010 parte 2
The Last Guardian
Lançamento: 2010

O Team ICO é uma equipe formada há mais de uma década que possui apenas dois jogos no currículo e mesmo assim possui a regalia de levar o tempo que quiser para terminar seus projetos. Carta branca total por parte da Sony. Por isso mesmo é bom prestar atenção quando uma de suas novas produções se aproxima do lançamento.
Inicialmente chamado Project Trico, The Last Guardian apresenta características que tanto marcaram e diferenciaram ICO e Shadow of the Colossus, games anteriores do estúdio: vastos mundos inabitados e tomados por bucólicas paisagens naturais e a relação entre um jovem rapaz e seres de características místicas. Aqui, um menino interage com uma imensa criatura chamada Trico, que apresenta características de vários animais, como gatos e pássaros. Ainda não é claro o roteiro do jogo ou mesmo se o universo tem relação com os mundos de ICO e Shadow of the Colossus.
God of War III
Lançamento: Março de 2010%5B1%5D.jpg)
Kratos continua sedento por vingança e a incansável busca dele o levará direto ao Olimpo, lar de Zeus, deus supremo da mitologia grega. God of War III narra a jornada do espartano para o acerto final de contas com aquele que manipulou suas ações e o traiu em outras oportunidades.
Na prática, o que teremos é a mesma excelente experiência proporcionada pela série, mas agora com o requinte da alta definição. Controles praticamente em nada diferem, oferecendo inclusive combos familiares para quem já acompanhou as lutas anteriores do guerreiro pálido.
O destaque fica para os novos equipamentos e habilidades que se pode conquistar. Por exemplo, após destruir Hélios, deus do sol, Kratos pode utilizar a cabeça dele como lanterna para iluminar ambientes escuros e descobrir passagens secretas. As asas de Ícaro retornam, propiciando seqüências de vôo que lembram jogos de nave, exigindo reflexos rápidos para desviar de obstáculos. Mais uma arma já revelada são dois imensos punhos de metal no formato de cabeças de leão que possibilitam desferir socos de imensa potência. Por fim, Kratos agora também pode tirar proveito dos próprios inimigos, usando-os como forma de transporte ou mesmo armas – em uma demonstração, o herói cavalga nas costas de um ciclope, utilizando-o para derrotar hordas de inimigos ao redor.
O potencial gráfico do PlayStation 3 é usado de forma refinada em God of War III, tirando proveito da tecnologia High Dynamic Range Lighting, que faz a câmera simular o comportamento do olho humano, comportando-se de maneiras características ao entrar em ambientes escuros ou visualizar objetos distantes, conferindo ar ainda mais realista à aventura de Kratos. Outra novidade visual do game é que toda a violência e brutalidade do personagem será ainda mais impactante, visto que o sangue jorrado dos inimigos mancha a pele de Kratos, cobrindo o branco da pele dele com o vermelho vívido dos adversários abatidos.
DC Universe Online
Lançamento: 2010
MMOs continuam sendo um tabu em consoles, mas o estúdio Sony Online pretende arruinar isso com DC Universe Online, título que permite ao jogador criar um herói para interagir com figuras clássicas das histórias em quadrinhos, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e tantos outros.
A intenção da produtora é oferecer um estilo de jogo mais interativo e focado em ação do que outros RPGs, deixando de lado tanto microgerenciamento de equipamentos e habilidades. Heróis e vilões pontuam as missões do game e algumas demonstrações exibem o jogador sendo auxiliado por figuras como Superman e Supergirl. Até o momento, mais de cem personagens licenciados já foram confirmados, entre heróis e vilões.
Final Fantasy XIII
Lançamento: 9 de março
O colosso da Square Enix figura ao lado de Gran Turismo 5 como uma das principais produções reveladas no anúncio do PlayStation 3 que chegam à luz do dia ocidental somente em 2010.
O primeiro Final Fantasy com o brilho do visual em alta definição vem encabeçando o ambicioso projeto Fabula Nova Crystallis, que engloba outras aventuras situadas no mesmo universo. FF XIII traz como protagonista a moça Lightning, heroína que, de acordo com os próprios produtores, foi criada para ser uma versão feminina do popular Cloud Strife, protagonista de FF VII.
A trama gira em torno da discriminação que os habitantes da cidade flutuante de Cocoon exerce sobre o povo de Pulse, como é conhecida a superfície mundo. Outros elementos importantes na história são os fal’Cie e os l’Cie. Os primeiros são seres nascidos de cristais que possuem o poder de transformar outros em l’Cie. Uma vez nessa condição, deve-ser cumprir uma missão misteriosa, chamada Focus. Caso o l’Cie pereça antes de realizar o destino, torna-se um monstro, chamado Cie Corpse.
Bayonetta
Lançamento: 5 de janeiro
Quando Hideki Kamiya decide criar um novo jogo para desbancar Devil May Cry, franquia concebida por ele próprio, é de se esperar um rojão de ideias originais e bem executadas. Bayonetta, porém, parece preferir turbinar – literalmente – a fórmula consolidada por Dante e companhia.
A protagonista dá nome ao jogo e é uma bruxa dotada de grandes poderes mágicos e, bem, dotes físicos ainda mais avassaladores. Para alegria dos jogadores masculinos, parte – grande parte – dessa exuberância pode ser conferida constantemente: a roupa de Bayonetta é composta por cabelo mágico que a envolve, mas os ataques da moça são todos executados também com cabelo. Melhor ainda, quanto mais potente a investida, mais cabelo é necessário e, portanto, menos vestida a bruxinha fica.
Certamente não é tipo de colega que Harry Potter teria na escola mágica de Hogwarts, mas deve alegrar os jogadores no combate a anjos não tão bonzinhos quanto a lógica supõe. No arsenal de Bayonetta constam também pistolas, sendo duas, por acaso, também os sapatos da donzela. A variedade de combos promete ser imensa, assim como os tipos de adversários e chefões.
Battlefield: Bad Company 2
Lançamento: 2 de março
O primeiro Bad Company foi um marco na série Battlefield ao introduzir destruição em massa regada a doses de bom humor por parte dos fanfarrões integrantes de sua equipe. Como manda a tradição gamer, a continuação traz tudo isso aumentado e melhorado.
Por exemplo, os cenários destrutíveis voltam com novidades substanciais: em vez de detonar apenas paredes e afins das construções, agora é possível demoli-las completamente, colocando tudo ao chão. A variedade de cenários promete ser ainda maior – montanhas com neve, selvas tropicais e desertos são alguns dos ambientes confirmados na campanha para uma pessoa.
Nos campos de batalha multiplayer entra em vigor um sistema de pontos de experiência. Quanto mais evoluído, mais habilidades e armas é possível usar. Outro elemento que estreia e instiga é a possibilidade de personalizar os armamentos, conferindo assim uma camada extra de complexidade à brincadeira. Um detalhe interessante de Bad Company 2 é que ele e Vietnam são os únicos títulos da franquia Battlefield a apresentarem sangue.
fim da parte 2
Lançamento: 2010

O Team ICO é uma equipe formada há mais de uma década que possui apenas dois jogos no currículo e mesmo assim possui a regalia de levar o tempo que quiser para terminar seus projetos. Carta branca total por parte da Sony. Por isso mesmo é bom prestar atenção quando uma de suas novas produções se aproxima do lançamento.
Inicialmente chamado Project Trico, The Last Guardian apresenta características que tanto marcaram e diferenciaram ICO e Shadow of the Colossus, games anteriores do estúdio: vastos mundos inabitados e tomados por bucólicas paisagens naturais e a relação entre um jovem rapaz e seres de características místicas. Aqui, um menino interage com uma imensa criatura chamada Trico, que apresenta características de vários animais, como gatos e pássaros. Ainda não é claro o roteiro do jogo ou mesmo se o universo tem relação com os mundos de ICO e Shadow of the Colossus.
God of War III
Lançamento: Março de 2010
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Kratos continua sedento por vingança e a incansável busca dele o levará direto ao Olimpo, lar de Zeus, deus supremo da mitologia grega. God of War III narra a jornada do espartano para o acerto final de contas com aquele que manipulou suas ações e o traiu em outras oportunidades.
Na prática, o que teremos é a mesma excelente experiência proporcionada pela série, mas agora com o requinte da alta definição. Controles praticamente em nada diferem, oferecendo inclusive combos familiares para quem já acompanhou as lutas anteriores do guerreiro pálido.
O destaque fica para os novos equipamentos e habilidades que se pode conquistar. Por exemplo, após destruir Hélios, deus do sol, Kratos pode utilizar a cabeça dele como lanterna para iluminar ambientes escuros e descobrir passagens secretas. As asas de Ícaro retornam, propiciando seqüências de vôo que lembram jogos de nave, exigindo reflexos rápidos para desviar de obstáculos. Mais uma arma já revelada são dois imensos punhos de metal no formato de cabeças de leão que possibilitam desferir socos de imensa potência. Por fim, Kratos agora também pode tirar proveito dos próprios inimigos, usando-os como forma de transporte ou mesmo armas – em uma demonstração, o herói cavalga nas costas de um ciclope, utilizando-o para derrotar hordas de inimigos ao redor.
O potencial gráfico do PlayStation 3 é usado de forma refinada em God of War III, tirando proveito da tecnologia High Dynamic Range Lighting, que faz a câmera simular o comportamento do olho humano, comportando-se de maneiras características ao entrar em ambientes escuros ou visualizar objetos distantes, conferindo ar ainda mais realista à aventura de Kratos. Outra novidade visual do game é que toda a violência e brutalidade do personagem será ainda mais impactante, visto que o sangue jorrado dos inimigos mancha a pele de Kratos, cobrindo o branco da pele dele com o vermelho vívido dos adversários abatidos.
DC Universe Online
Lançamento: 2010

MMOs continuam sendo um tabu em consoles, mas o estúdio Sony Online pretende arruinar isso com DC Universe Online, título que permite ao jogador criar um herói para interagir com figuras clássicas das histórias em quadrinhos, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e tantos outros.
A intenção da produtora é oferecer um estilo de jogo mais interativo e focado em ação do que outros RPGs, deixando de lado tanto microgerenciamento de equipamentos e habilidades. Heróis e vilões pontuam as missões do game e algumas demonstrações exibem o jogador sendo auxiliado por figuras como Superman e Supergirl. Até o momento, mais de cem personagens licenciados já foram confirmados, entre heróis e vilões.
Final Fantasy XIII
Lançamento: 9 de março

O colosso da Square Enix figura ao lado de Gran Turismo 5 como uma das principais produções reveladas no anúncio do PlayStation 3 que chegam à luz do dia ocidental somente em 2010.
O primeiro Final Fantasy com o brilho do visual em alta definição vem encabeçando o ambicioso projeto Fabula Nova Crystallis, que engloba outras aventuras situadas no mesmo universo. FF XIII traz como protagonista a moça Lightning, heroína que, de acordo com os próprios produtores, foi criada para ser uma versão feminina do popular Cloud Strife, protagonista de FF VII.
A trama gira em torno da discriminação que os habitantes da cidade flutuante de Cocoon exerce sobre o povo de Pulse, como é conhecida a superfície mundo. Outros elementos importantes na história são os fal’Cie e os l’Cie. Os primeiros são seres nascidos de cristais que possuem o poder de transformar outros em l’Cie. Uma vez nessa condição, deve-ser cumprir uma missão misteriosa, chamada Focus. Caso o l’Cie pereça antes de realizar o destino, torna-se um monstro, chamado Cie Corpse.
Bayonetta
Lançamento: 5 de janeiro

Quando Hideki Kamiya decide criar um novo jogo para desbancar Devil May Cry, franquia concebida por ele próprio, é de se esperar um rojão de ideias originais e bem executadas. Bayonetta, porém, parece preferir turbinar – literalmente – a fórmula consolidada por Dante e companhia.
A protagonista dá nome ao jogo e é uma bruxa dotada de grandes poderes mágicos e, bem, dotes físicos ainda mais avassaladores. Para alegria dos jogadores masculinos, parte – grande parte – dessa exuberância pode ser conferida constantemente: a roupa de Bayonetta é composta por cabelo mágico que a envolve, mas os ataques da moça são todos executados também com cabelo. Melhor ainda, quanto mais potente a investida, mais cabelo é necessário e, portanto, menos vestida a bruxinha fica.
Certamente não é tipo de colega que Harry Potter teria na escola mágica de Hogwarts, mas deve alegrar os jogadores no combate a anjos não tão bonzinhos quanto a lógica supõe. No arsenal de Bayonetta constam também pistolas, sendo duas, por acaso, também os sapatos da donzela. A variedade de combos promete ser imensa, assim como os tipos de adversários e chefões.
Battlefield: Bad Company 2
Lançamento: 2 de março

O primeiro Bad Company foi um marco na série Battlefield ao introduzir destruição em massa regada a doses de bom humor por parte dos fanfarrões integrantes de sua equipe. Como manda a tradição gamer, a continuação traz tudo isso aumentado e melhorado.
Por exemplo, os cenários destrutíveis voltam com novidades substanciais: em vez de detonar apenas paredes e afins das construções, agora é possível demoli-las completamente, colocando tudo ao chão. A variedade de cenários promete ser ainda maior – montanhas com neve, selvas tropicais e desertos são alguns dos ambientes confirmados na campanha para uma pessoa.
Nos campos de batalha multiplayer entra em vigor um sistema de pontos de experiência. Quanto mais evoluído, mais habilidades e armas é possível usar. Outro elemento que estreia e instiga é a possibilidade de personalizar os armamentos, conferindo assim uma camada extra de complexidade à brincadeira. Um detalhe interessante de Bad Company 2 é que ele e Vietnam são os únicos títulos da franquia Battlefield a apresentarem sangue.
fim da parte 2
Especial Previews 2010 parte 1
2010 promete ser um ano de ótimos lançamentos. Para você não se perder em meio a tantas novidades, confira nossa matéria especial
O ano de 2009 se encerra com uma grande quantidade de jogos de extrema qualidade lançados tanto para PlayStation 3 quanto para o pequeno PSP. Nestes últimos 12 meses vimos chegar aos consoles títulos esperados há anos, como Killzone 2, Resident Evil 5 e o Gran Turismo portátil.
Ainda assim, já vem aí 2010 prenunciando a chega de jogos tão ou ainda mais esperados. Para lhe ajudar a se guiar em meio a avalanche de grandes games que nos esperam, compilamos uma lista com os principais títulos para ficar de olho e um punhado de informações sobre porque eles são tão aguardados.
White Knight Chronicles
Lançamento: 2 de fevereiro
O arrojado RPG da produtora japonesa Level-5 saiu em dezembro de 2008 no Japão, mas a demora de mais de um ano promete ser imensamente recompensadora para o público ocidental.
Com o subtítulo International Edition, a edição norte-americana do game traz mais de 50 missões extras (algumas possíveis de serem realizadas em cooperação online com outros três jogadores), opção de chat via voz e o Georama, um modo de jogo online que permite construir uma vila, realizar aventuras especiais e adquirir itens ainda mais bacanas. Isso sem contar a já vasta aventura de belos gráficos e o iminente conteúdo extra.
Em resumo, a história envolve um jovem guerreiro que, para variar, precisa salvar o reino de uma terrível ameaça. Os diferenciais ficam por conta das batalhas em tempo real com pitadas de estratégia e a possibilidade de assumir o controle de um cavaleiro branco gigantesco em certos momentos. A trilha sonora é toda orquestrada e já foi confirmada no Japão uma continuação para a aventura.
3D Dot Heroes
Lançamento: 11 de maio
E se o clássico Legend of Zelda, do velho Nintendinho 8-bits, ganhasse um remake 3D, mas ainda assim fiel à jogabilidade que vemos na telinha? Essa é a premissa desta curiosa produção da Atlus, cuja trama se inspira em clichês dos mais clássicos: o reino de Dotnia é ameaçado por um terrível vilão. Contudo, surge um herói que, com o poder de seis esferas mágicas, vence o malvado. Anos depois um novo bandido surge e cabe ao neto do antigo guerreiro cuidar da encrenca. Detalhe fundamental: nesse meio tempo o rei de Dotnia cansou do visual 2D e decretou que tudo se tornasse tridimensional. Muda a perspectiva, mas permanece a composição em quadradinhos.
O estilo gráfico propicia uma maneira original de encarar vários paradigmas e ainda permite também a presença de um detalhado editor de personagens, no qual o jogador pode criar o personagem que desejar, bastando apenas a perícia em juntar os cubos 3D e criar figuras.
A edição ocidental não promete nenhum extra ou melhoria em relação à vista no Japão, mas o simples fato de a Atlus se prontificar a trazer um lançamento tão inusitado e ainda exclusivo do PlayStation 3 já é digno de atenção e grandes expectativas.
MAG
Lançamento: 26 de janeiro
Sigla para Massive Action Game, MAG chega com a impressionante promessa de batalhas entre 256 pessoas simultaneamente. Na parte tecnológica o game de tiro com visão em primeira pessoa emprega uma nova estrutura de servidores online, enquanto no campo da jogabilidade há também uma hierarquia: os esquadrões são formados por equipes de oito personagens, 4 esquadrões fazem um pelotão e 4 pelotões compõem uma companhia. Cada esquadrão possui um líder próprio, assim é importante o trabalho em equipe e organização nos imensos campos de batalha do jogo.
Ao melhor estilo Battlefield, os cenários de guerra apresentam veículos de diversos tipos, incluindo tanques de guerra e aviões, dos quais é possível inclusive pular de paraquedas para surpreender os adversários.
A fim de garantir diversidade nas povoadas disputas, MAG permite personalizar vozes e diversos aspectos do visual dos soldados, incluindo armaduras e armamentos. Conforme acontece nas vertentes Modern Warfare de Call of Duty, é possível evoluir a patente de seu guerreiro, adquirindo assim habilidades e outros privilégios em batalha.
Heavy Rain
Lançamento: Primeiro trimestre
Um dos primeiros títulos anunciados para o PlayStation 3 finalmente verá a luz do dia e chega cercado de mistérios e altíssimas expectativas. Os produtores do estúdio Quantic Dream, os mesmos do aclamado Indigo Prophecy, ambicionam extrapolar os limites do videogame como instrumento multimídia e conceber uma experiência digital capaz de emocionar e surpreender por meio da interação.
O roteiro de Heavy Rain bebe da fonte de filmes e livros noir, pontuados por mistérios, assassinatos e personagens complexos. Acompanhando isso tudo, gráficos de extremo realista e detalhamento, primando em aspectos como iluminação, texturas verossímeis e movimentos de personagens capturados diretamente de atores profissionais.
A mecânica de jogo se assemelha à de Indigo Prophecy, oferecendo cenários 3D livres para explorar povoados por diversos elementos interativos que podem ser usados de diversas formas. O diferencial de Heavy Rain fica por conta da presença de vários personagens jogáveis, sendo que as histórias de cada um podem evoluir de formas bem diferentes. Inclusive, é possível que um ou mais deles morram e a história continue acontecendo, tomando rumos distintos.
Gran Turismo 5
Lançamento: 2010
Outra das promessas feitas ainda no anúncio do PS3. Tanto tempo se passou que já tivemos até um gostinho de Gran Turismo 5 na versão preliminar Prologue e mesmo assim a ansiedade chega a níveis exorbitantes.
Antes rei dos simuladores de corrida, GT vem agora com a espinhosa missão de bater a concorrência, tendo de enfrentar obstáculos como gráficos realistas, diversidade de conteúdo e, principalmente, uma forte comunidade online. Em todos os aspectos os comentários do produtor Kazunori Yamauchi são animadores: o número de carros chega perto de mil, traçados diferentes beiram 70 e há estreia de veículos das montadoras Lamborghini e Bugatti.
Sobre os aspectos online, além de disputas, GT5 oferecerá também ferramentas para compartilhar fotos e replays de corridas. Por fim, um desejo de longa data dos fãs: o simulador pela primeira vez apresentará um sistema de danos, incluindo deformações visuais e comprometimento da performance dos carros.
Modnation Racers
Lançamento: 2010
De um lado a Sony ataca com Gran Turismo, que foca em realismo sem precedentes, na outra ponta traz o estreante ModNation Racers. O título é basicamente uma mistura da franquia Mario Kart com o recente, e bem sucedido, LittleBigPlanet.
As corridas são rápidas, descontraídas, cheias de itens e controles fáceis de dominar. Além disso, praticamente tudo é personalizável, desde os pilotos, até os veículos e, principalmente, as pistas. Não apenas os traçados, mas até os cenários ao redor podem ser alterados livremente e depois compartilhados online pela PlayStation Network.
fim da parte 1
O ano de 2009 se encerra com uma grande quantidade de jogos de extrema qualidade lançados tanto para PlayStation 3 quanto para o pequeno PSP. Nestes últimos 12 meses vimos chegar aos consoles títulos esperados há anos, como Killzone 2, Resident Evil 5 e o Gran Turismo portátil.
Ainda assim, já vem aí 2010 prenunciando a chega de jogos tão ou ainda mais esperados. Para lhe ajudar a se guiar em meio a avalanche de grandes games que nos esperam, compilamos uma lista com os principais títulos para ficar de olho e um punhado de informações sobre porque eles são tão aguardados.
White Knight Chronicles
Lançamento: 2 de fevereiro

O arrojado RPG da produtora japonesa Level-5 saiu em dezembro de 2008 no Japão, mas a demora de mais de um ano promete ser imensamente recompensadora para o público ocidental.
Com o subtítulo International Edition, a edição norte-americana do game traz mais de 50 missões extras (algumas possíveis de serem realizadas em cooperação online com outros três jogadores), opção de chat via voz e o Georama, um modo de jogo online que permite construir uma vila, realizar aventuras especiais e adquirir itens ainda mais bacanas. Isso sem contar a já vasta aventura de belos gráficos e o iminente conteúdo extra.
Em resumo, a história envolve um jovem guerreiro que, para variar, precisa salvar o reino de uma terrível ameaça. Os diferenciais ficam por conta das batalhas em tempo real com pitadas de estratégia e a possibilidade de assumir o controle de um cavaleiro branco gigantesco em certos momentos. A trilha sonora é toda orquestrada e já foi confirmada no Japão uma continuação para a aventura.
3D Dot Heroes
Lançamento: 11 de maio

E se o clássico Legend of Zelda, do velho Nintendinho 8-bits, ganhasse um remake 3D, mas ainda assim fiel à jogabilidade que vemos na telinha? Essa é a premissa desta curiosa produção da Atlus, cuja trama se inspira em clichês dos mais clássicos: o reino de Dotnia é ameaçado por um terrível vilão. Contudo, surge um herói que, com o poder de seis esferas mágicas, vence o malvado. Anos depois um novo bandido surge e cabe ao neto do antigo guerreiro cuidar da encrenca. Detalhe fundamental: nesse meio tempo o rei de Dotnia cansou do visual 2D e decretou que tudo se tornasse tridimensional. Muda a perspectiva, mas permanece a composição em quadradinhos.
O estilo gráfico propicia uma maneira original de encarar vários paradigmas e ainda permite também a presença de um detalhado editor de personagens, no qual o jogador pode criar o personagem que desejar, bastando apenas a perícia em juntar os cubos 3D e criar figuras.
A edição ocidental não promete nenhum extra ou melhoria em relação à vista no Japão, mas o simples fato de a Atlus se prontificar a trazer um lançamento tão inusitado e ainda exclusivo do PlayStation 3 já é digno de atenção e grandes expectativas.
MAG
Lançamento: 26 de janeiro

Sigla para Massive Action Game, MAG chega com a impressionante promessa de batalhas entre 256 pessoas simultaneamente. Na parte tecnológica o game de tiro com visão em primeira pessoa emprega uma nova estrutura de servidores online, enquanto no campo da jogabilidade há também uma hierarquia: os esquadrões são formados por equipes de oito personagens, 4 esquadrões fazem um pelotão e 4 pelotões compõem uma companhia. Cada esquadrão possui um líder próprio, assim é importante o trabalho em equipe e organização nos imensos campos de batalha do jogo.
Ao melhor estilo Battlefield, os cenários de guerra apresentam veículos de diversos tipos, incluindo tanques de guerra e aviões, dos quais é possível inclusive pular de paraquedas para surpreender os adversários.
A fim de garantir diversidade nas povoadas disputas, MAG permite personalizar vozes e diversos aspectos do visual dos soldados, incluindo armaduras e armamentos. Conforme acontece nas vertentes Modern Warfare de Call of Duty, é possível evoluir a patente de seu guerreiro, adquirindo assim habilidades e outros privilégios em batalha.
Heavy Rain
Lançamento: Primeiro trimestre

Um dos primeiros títulos anunciados para o PlayStation 3 finalmente verá a luz do dia e chega cercado de mistérios e altíssimas expectativas. Os produtores do estúdio Quantic Dream, os mesmos do aclamado Indigo Prophecy, ambicionam extrapolar os limites do videogame como instrumento multimídia e conceber uma experiência digital capaz de emocionar e surpreender por meio da interação.
O roteiro de Heavy Rain bebe da fonte de filmes e livros noir, pontuados por mistérios, assassinatos e personagens complexos. Acompanhando isso tudo, gráficos de extremo realista e detalhamento, primando em aspectos como iluminação, texturas verossímeis e movimentos de personagens capturados diretamente de atores profissionais.
A mecânica de jogo se assemelha à de Indigo Prophecy, oferecendo cenários 3D livres para explorar povoados por diversos elementos interativos que podem ser usados de diversas formas. O diferencial de Heavy Rain fica por conta da presença de vários personagens jogáveis, sendo que as histórias de cada um podem evoluir de formas bem diferentes. Inclusive, é possível que um ou mais deles morram e a história continue acontecendo, tomando rumos distintos.
Gran Turismo 5
Lançamento: 2010

Outra das promessas feitas ainda no anúncio do PS3. Tanto tempo se passou que já tivemos até um gostinho de Gran Turismo 5 na versão preliminar Prologue e mesmo assim a ansiedade chega a níveis exorbitantes.
Antes rei dos simuladores de corrida, GT vem agora com a espinhosa missão de bater a concorrência, tendo de enfrentar obstáculos como gráficos realistas, diversidade de conteúdo e, principalmente, uma forte comunidade online. Em todos os aspectos os comentários do produtor Kazunori Yamauchi são animadores: o número de carros chega perto de mil, traçados diferentes beiram 70 e há estreia de veículos das montadoras Lamborghini e Bugatti.
Sobre os aspectos online, além de disputas, GT5 oferecerá também ferramentas para compartilhar fotos e replays de corridas. Por fim, um desejo de longa data dos fãs: o simulador pela primeira vez apresentará um sistema de danos, incluindo deformações visuais e comprometimento da performance dos carros.
Modnation Racers
Lançamento: 2010

De um lado a Sony ataca com Gran Turismo, que foca em realismo sem precedentes, na outra ponta traz o estreante ModNation Racers. O título é basicamente uma mistura da franquia Mario Kart com o recente, e bem sucedido, LittleBigPlanet.
As corridas são rápidas, descontraídas, cheias de itens e controles fáceis de dominar. Além disso, praticamente tudo é personalizável, desde os pilotos, até os veículos e, principalmente, as pistas. Não apenas os traçados, mas até os cenários ao redor podem ser alterados livremente e depois compartilhados online pela PlayStation Network.
fim da parte 1
silent hill:Shatterred Memories


Silent Hill: Shatterred Memories – PSP – Preview
Terror onde quer que você vá!
A Climax e a Konami estão trazendo uma novidade para os gamers que curtem um bom game de horror! A mesma experiência que foi dada aos jogadores de Wii está chegando para os jogadores de PSP! As empresas refizeram o primeiro game da série, com uma nova visão e com uma série de novidade e lançaram esse game para o console da Nintendo. Agora eles estão fazendo o mesmo para o portátil da Sony com novos elementos, mas sem perder a emoção e detalhes que os fãs da série já conhecem bem.
Se você não está familiarizado com a história de Silent Hill: Shatterred Memories o conto fala sobre Harry Mason, um pai que bate seu carro durante uma nevasca nos arredores de Silent Hill. Quando ele recupera a consciência ele vivencia o pior pesadelo de um pai: sua jovem filha, Cheryl, que estava no banco do passageiro, some no meio da noite e não há indicação alguma de onde ela foi parar!
Infelizmente encontrá-la não será nada fácil! A cidade aparenta estar deserta e Harry terá que se virar para tentar descobrir onde ela está e o que aconteceu! Ainda pior, as ruas da cidade aparentam estar congelando de tempos em tempos e criaturas horrendas circulam pelas ruas. Cabe a Harry encontrar Cheryl o mais rápido possível e descobrir uma forma de escapar antes que os monstros matem a todos!
Diferente do game original ou dos demais capítulos da franquia, Silent Hill: Shatterred Memories ao é uma experiência linear graças ao perfil psicológico do jogador. Em momentos diferentes no desenrolar do jogo, você será apresentado a um psicólogo que analisará o jogador como se fosse Harry. Pelo caminho, ele perguntará diferentes questões pessoais ao jogador como se ele tem uma boa vida em casa ou se já foi infiel a um amor. As respostas que você dá mudarão o rumo do jogo: Personagens se tornarão mais sugestivos ou terão uma aparência mais conservadora e as áreas que você explorar irão variar bastante. Todos os testes psicológicos que estavam disponíveis no Wii estarão presentes no PSP.
Falando nas semelhanças e diferenças entre as versões, enquanto a versão do Wii mantinha seu foco na interação dos controles com o universo do jogo, no PSP você utilizará o analógico para a maior parte das suas ações. Durante quebra-cabeças ou segmentos interativos, você utilizará o analógico para controlar um ícone em formato de mão que aparece na tela, permitindo que você possa pegar e movimentar itens, possa abrir gavetas e outras coisas mais. O analógico também permite que você se movimente nos ambientes e abra ou até dê pancadas em portas, esse último por sinal vital em momentos de combate! Uma vez que Harry não tem armas, você precisará correr rapidamente para evitar que os monstros possam te causar mal. Na maioria das vezes você será capaz de escapar de seus ataques com bons movimentos e planejamento, mas ao invés de ficar apenas balançando o analógico para todos os lados quando um deles te pegar aperte o botão correto quando ele aparecer na tela para libertar Harry, antes que seja tarde demais!
Os gráficos, mudanças de ambientes e sons estão tão bons aqui quanto no que já foi visto no Wii, assim como a jogabilidade. No mais, a tradução do jogo está ainda melhor que na versão para Wii e em boa parte tudo funciona bem, com apenas uma única exceção: Durante as transições, na medida em que você se move pelas portas, o jogo pode travar um pouco, para que o UMD acesse as cenas de jogo. Isso provavelmente será resolvido na versão final do jogo e talvez nem exista a versão para download. Tirando esses pequenos detalhes, os proprietários de um PSP devem estar felizes e prontos para um pouco de bom horror quando Shattered Memories for lançado!
Plataforma: PSP
Também disponível para: Playstation 2
Data de Lançamento: Final de janeiro de 2010
Distribuída por: Konami
Desenvolvida por: Climax Studios
Gênero: Aventura
ESRB Rating (censura): Mature (acima dos 17 anos)
Expectativa: 8.0 / 10.0
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
god of war 3 PREVIEW
God of War III – Preview 
Na última vez que vimos Kratos, o anti-herói careca estrela da série God of War estava resolvendo de forma agressiva alguns assuntos de família. God of War II acabou sem um desfecho, com Kratos subindo o Monte Olimpo acompanhado de seus amigos Titãs loucos para acertar as contas com os Deuses.
Isso deixou as expectativas pela continuação lá nas alturas. Enquanto a Sony mostrava o jogo aos poucos através de trailers e imagens, não há o que substitua ver o jogo em primeira mão. Nessa semana a imprensa especializada teve essa oportunidade, foi mostrada a eles uma demonstração in-game e de quebra ainda ocorreu uma entrevista com os produtores.
Quem apresentou o evento foi o diretor Stig Asmussen, que vem acompanhando a série desde o início. O foco do jogo é logicamente ter uma jogabilidade rápida e precisa, além de uma história e gráficos surpreendentes até mesmo no PS3. A equipe de desenvolvimento está trabalhando duro para fazer o jogo em grande escala, muito violento e com uma jogabilidade bem rica.
Mas, apesar das promessas serem ótimas, a prova está sempre no game, e Asmussen não esperou muito para soltar um trailer do jogo no telão. Trailer esse que é nada mais nada menos do que o mesmo que nós do HCG postamos assim que foi disponibilizado e pode ser conferido AQUI.
Inovações

Antes de começar a demo, Asmussen fez questão de citar quatro elementos que marcarão a jogabilidade de God of War III.
O primeiro a ser citado foi a jogabilidade nos Titãs. Como mostrado no trailer, algumas fases serão passadas nas costas dos Titãs, o que significa que o cenário irá se modificar de acordo com o que o Titã está fazendo. Espere algo parecido com Shadow of the Colossus, o jogador terá que se adaptar rapidamente à troca de jogabilidade vertical e horizontal.
O segundo elemento citado é a habilidade de montar nos inimigos, que é uma adição interessante ao repertório de movimentos de Kratos. Além dos benefícios óbvios de controlar um ciclópe e arrasar com inimigos menores, Kratos poderá se segurar em harpias e voar até novas áreas ou simplesmente cair em cima dos inimigos. Infelizmente, a montaria de Kratos não tem uma vida muito longa, porque ele direciona as criaturas desferindo golpes com suas espadas.
O terceiro elemento é o novo sistema de armas adicionais, que evoluiu muito. Os produtores estão se esforçando para passar ao jogador com outras armas o mesmo sentimento que as Blades of Chaos passam, só que com efeitos diferentes. A única mostrada nos trailers foi Cestus, os braceletes de leão. Com essas duas luvas Kratos consegue massacrar inimigos à curta distância. Um aspecto interessante é a capacidade de trocar de armas no meio de uma sequência de golpes, até mesmo em pleno ar, permitindo uma variedade muito maior de combos.
Finalmente, o quarto e o último elemento é a adição de novos agarramentos, ataques e outras ações designadas para enfrentar hordas de inimigos. Um exemplo é a habilidade de Kratos pegar um inimigo e usar ele de escudo enquanto corre, atropelando os demais inimigos. Essa porção nova jogabilidade se viu necessária porque agora o fantasma de Esparta terá que enfrentar uma quantidade de inimigos muito maior do que em suas últimas aventuras.
Jogabilidade

Agora vamos falar da demonstração jogável, ela começa com Kratos saindo de uma caverna e se deparando com uma batalha feroz entre o Deus do sol Hélios e o Titão vulcânico Hipérion. Só uma curiosidade, de acordo com a mitologia, Hipérion é o pai de Hélios. Asmussen explicou que o objetivo ali era achar um caminho secreto que levaria Kratos até o Olimpo, mas como sempre haveriam alguns desafios. Com muita pressa, Kratos pula da caverna com as asas de Icarus.
Ao aterrissar, um grupo de inimigos dá as boas vindas ao espartano. Como o grupo é bem grande, é uma boa oportunidade para Kratos usar a habilidade citada no quarto elemento. Após escolher o sortudo, Kratos sai atropelando os demais até chegar ao outro lado. Enquanto o que restou do grupo se reagrupa Kratos prepara o seu arco de fogo para incendiar os inimigos, o que limpa completamente o caminho. Para o azar do guerreiro, uma nova porta abre e dela sai mais um grande grupo de inimigos, mas este liderado por um centauro.
Asmussen destacou que os inimigos se comportarão de forma diferente na presença de um líder, o que foi evidenciado pelo comportamento mais agressivo desse grupo de inimigos. Essa batalha exigiu mais das habilidades de Kratos, enquanto o anti-herói se esquivava dos ataques do centauro ia aos poucos fatiando os pequenos soldados. Apesar dos soldados terem sido derrotados com golpes simples, o ataque da lança do centauro teve que ser contra-atacado diversas vezes para enfraquecer a criatura.
Após receber uma certa quantidade de dano, surgiu acima do centauro o familiar círculo, que sinaliza a finalização. Acho que todos sabem o que aconteceu em seguida, esse foi o início do fim para o pobre centauro. As finalizações parecem trabalhar da mesma forma, botões aleatórios vão surgindo na tela e enquanto você os aperta no tempo certo assiste a uma horrivelmente sangrenta e violenta animação. No caso do centauro ele foi esfaqueado diversas vezes até não resistir mais e sucumbir perante o poderoso espartano.
Batalha sangrenta

Com aquela área em particular limpa, Kratos volta sua atenção para a luta entre Hélios e o Titã. Os golpes do gigantesco aliado de Kratos errando a divina carruagem de Hélios estava causando um desmoronamento bem incômodo para o pequeno Kratos. O nervoso anti-herói precisava achar um jeito de pular na carruagem para ajudar seu companheiro e ele se depara com uma catapulta que faria muito bem o serviço. Porém, antes de terminar de ajeitar a pontaria, surge uma ameaçadora quimera.
É lógico que o híbrido de cobra-leão-bode viria para dar dor de cabeça à Kratos. Em frente da besta, Kratos escolhe Cestus como seu armamento. Os ataques da híbrida criatura dependiam de qual forma estava no comando e no início causou muitos problemas atacando com veneno. Após uma bela troca de golpes, enfim surgiu o aclamado círculo acima da criatura, o que resultou numa decapitação. Sem a cabeça da cobra, a que passou a comandar foi a de leão, que atirava bolas de fogo. Após esquivar cuidadosamente das bolas de fogo e atacar um pouco, Kratos pôde finalizar a cabeça de leão.
E a criatura ainda não derrotada recorre à sua última alternativa, a cabeça de bode. Você deve pensar que os ataques da forma de bode não seriam tão problemáticos quando os da cobra ou os do leão, não é esse o caso. Os golpes do bode eram extremamente poderosos e tiraram de Kratos muito de sua vida. Mas um pouco de dedicação, muita raiva e algumas armas místicas permitiram à Kratos derrotar a quimera e finalizá-la de forma impressionante.
Vamos adicionar “Ter seus chifres arrancados e enfiados em seus olhos” na nossa lista de jeitos indesejáveis de morrer. Sem a quimera no seu encalço, Kratos usa a catapulta para voar até Hélios e ajuda o Titã a pegar Hélios e arremessá-lo para bem longe.
A escalada continua

Com Hélios descartado, o Titã continua sua ascensão rumo ao Olimpo. E é aí que surgem muitas harpias, elas oferecem a maneira perfeita de Kratos chegar até onde Helios caiu. Kratos vai pulando de harpia em harpia até chegar ao outro lado, matando cada uma delas. Chegando perto o suficiente, Kratos usa a harpia para cair no chão em alta velocidade em cima de um grupo de inimigos que estava à sua espera. Depois de acabar com mais esse grupo de inimigos, Kratos escala até onde Helios se encontra.
Ao ficar cara-a-cara com Kratos, o ferido Deus invoca alguns esqueletos para defendê-lo. Só que desta vez não são esqueletos comuns, estão todos bem armados e alguns usam até escudos. Felizmente, um ciclope chega e serve de montaria para Kratos resolver a situação. Após o ciclope destruir todos os escudos, Kratos arranca seu único olho e finaliza os esqueletos, deixando Hélios sem proteção alguma. Depois de uma nada amigável troca de palavras,
Kratos arranca a cabeça de Hélios. Como se trata do Deus do sol, a cabeça dele é bem brilhante, mesmo morta, o que faz dela um utensílio para Kratos achar a passagem secreta até o Olimpo.
Nessa hora Asmussen avisa que a cabeça de Hélios irá revelar alguns segredos no jogo quando usada em áreas específicas, e o jogador encontrará essas áreas através da vibração do controle. Kratos usa a cabeça de Hélios para revelar a localização da porta mística e entra numa caverna subterrânea.
Rumo ao Olimpo

Uma vez dentro da caverna escura, a cabeça também serviu como uma potente lanterna, iluminando o caminho e paralisando os inimigos que recebiam a luz de forma concentrada. Um detalhe interessante é que a cabeça de Hélios funciona e é segurada como a cabeça da Medusa nas aventuras anteriores. Os inimigos “iluminados” ficam totalmente vulneráveis e Kratos não os perdoa. Kratos chega em uma área que contêm um lançador, a sequência a seguir foi chamada por Asmussen de “Ascensão de Icarus”. Basicamente a ação era voar até o topo desviando de obstáculos em alta velocidade.
No final da sequência, Kratos finalmente chega ao Olimpo e já encontra seu amigo Titã causando problemas. A demo termina com uma boa olhada no Olimpo, e dá a impressão de que não sobrará muito da casa de Zeus lá pro final do jogo.
Veredicto

A demo deixou uma boa impressão da jogabilidade. A ação foi tudo o que queríamos ver num jogo da série God of War. A câmera funcionou muito bem a todo momento. Os visuais estavam bons mesmo ainda não finalizados. Kratos está bem detalhado como nunca esteve antes. Inimigos e efeitos bem variados, alguns impressionantes e outros nem tanto. Os ambientes estão bem consistentes, graças à grande escala do jogo.
O que foi visto de God of War III até agora superou toda e qualquer expectativa. Lutas épicas, criaturas mitológicas, combos, decapitações, personagens famosos e a fúria de Kratos. Estamos na expectativa para vermos os gráficos bem melhores na versão final, mas mesmo inacabados, eles passaram uma belíssima primeira impressão em movimento. Como toda boa demo, ficamos querendo mais. Estamos curiosos para saber como a história continua, se o novo sistema de armas funciona mesmo e como será a jogabilidade nos titãns.
Destaque final

As batalhas gigantescas e épicas de God of War III não vão ser os únicos destaques. Os titans podem ser maiores que a Torre de Chicago e a Medusa Lair do segundo jogo pode perfeitamente ser apenas a palma da mão dessas criaturas.
Imagine o famoso e espetacular jogo do Team ICO, Shadow of the Colossus. Agora, pense nas enormes áreas jogáveis destes. Pois bem, God of War III promete áreas muito maiores. Estamos falando de níveis que se movem — isso em tempo real, dependendo da posição de seu inimigo. Você pode, inclusive, ver isso no trailer lançado nesta semana. A equipe responsável pelo jogo revela que isso é graças ao poder do PlayStation 3, e que não pôde ser feito no PlayStation 2.
“Muito do que foi feito no PlayStation 2 foi baseado em ideias criativas,” é o que diz Asmussen. “Mas no PS3, no começo do projeto, nós estudamos o sistemas e meio que entendemos o que ele pode fazer. Nós nos comprometemos a fazer os personagens parecer de maneira real. De um modo que o jogador perceba que eles vivem, e que seja de um jeito que transforme o jeito de olhar para os jogos.” Apoiado.
A tão falada “Titan Gameplay” mudou o modo que o time fez os níveis. É claro que você deve estar pensando que redefenir algo é um termo bastante usado na indústria atualmente. Mas nós garantimos que isso realmente acontece em God of War III. E de uma forma nunca antes vista em outro jogo. Usar níveis que se movem, e mudando a forma que os puzzles, combates e as plataformas são feitas.
A demo começa, e a primeira impressão que temos é que estamos vendo um Kratos 3.0. Os detalhes em seu corpo estão mais completos, com cicatrizes e os músculos esticando e flexionando enquanto ele se move. Ainda assim, ele é o anti-herói que nós conhecemos em 2004.
God of War III apresenta um novo modelo de armas. Enquanto nos outros jogos as correntes eram as armas preferidas e mais usadas, a equipe planeja fazer algo mais completo nesta versão. A Cestus, arma que você viu no trailer, é apenas uma delas. Novos combos e ataques impressionantes são prometidos. E mais, elas poderão ser trocadas em tempo real, podendo combinar diferentes ataques de diferentes armas ao mesmo tempo. O Arco-e-Flecha de Fogo, como o próprio nome diz, solta uma flecha de fogo nos seus inimigos. O fogo pode se propagar também, afetando vários inimigos de uma só vez. Vale lembrar que os generais de um arsenal podem aparecer, deixando um determinado grupo de inimigos mais confiante e agressivo.
“Nós não estamos mostrando esse sangue apenas por mostrar,” diz Asmussen, falando sobre a violência do jogo, que é bem mais realista em alta definição. “Algumas coisas são bem acima do topo, então vamos retratar as emoções das pessoas. Nós achamos que isso realmente se encaixa na personalidade de Kratos, e não é apenas mostrar o sangue.”
God of War III é maior, mais bonito e mais sangrento que qualquer jogo de PlayStation 3 já visto até o momento, em uma escala bem maior do que a de seus rivais. É como uma pintura em tempo real, diz o respeitadíssimo blog Kotaku.
Parece tão espetacular e violento quanto um jogo pode ser. A equipe da Sony Santa Monica parece ter entendido bem o que eles devem fazer, usando a verdadeira promessa da nova geração, com algo que não pôde ser feito anteriormente. A câmera, um problema em vários jogos do gênero na geração, é dinâmica e boa, e promete uma experiência cinemática. Vamos aguardar até a E3 para uma data de lançamento.

Na última vez que vimos Kratos, o anti-herói careca estrela da série God of War estava resolvendo de forma agressiva alguns assuntos de família. God of War II acabou sem um desfecho, com Kratos subindo o Monte Olimpo acompanhado de seus amigos Titãs loucos para acertar as contas com os Deuses.
Isso deixou as expectativas pela continuação lá nas alturas. Enquanto a Sony mostrava o jogo aos poucos através de trailers e imagens, não há o que substitua ver o jogo em primeira mão. Nessa semana a imprensa especializada teve essa oportunidade, foi mostrada a eles uma demonstração in-game e de quebra ainda ocorreu uma entrevista com os produtores.
Quem apresentou o evento foi o diretor Stig Asmussen, que vem acompanhando a série desde o início. O foco do jogo é logicamente ter uma jogabilidade rápida e precisa, além de uma história e gráficos surpreendentes até mesmo no PS3. A equipe de desenvolvimento está trabalhando duro para fazer o jogo em grande escala, muito violento e com uma jogabilidade bem rica.
Mas, apesar das promessas serem ótimas, a prova está sempre no game, e Asmussen não esperou muito para soltar um trailer do jogo no telão. Trailer esse que é nada mais nada menos do que o mesmo que nós do HCG postamos assim que foi disponibilizado e pode ser conferido AQUI.
Inovações

Antes de começar a demo, Asmussen fez questão de citar quatro elementos que marcarão a jogabilidade de God of War III.
O primeiro a ser citado foi a jogabilidade nos Titãs. Como mostrado no trailer, algumas fases serão passadas nas costas dos Titãs, o que significa que o cenário irá se modificar de acordo com o que o Titã está fazendo. Espere algo parecido com Shadow of the Colossus, o jogador terá que se adaptar rapidamente à troca de jogabilidade vertical e horizontal.
O segundo elemento citado é a habilidade de montar nos inimigos, que é uma adição interessante ao repertório de movimentos de Kratos. Além dos benefícios óbvios de controlar um ciclópe e arrasar com inimigos menores, Kratos poderá se segurar em harpias e voar até novas áreas ou simplesmente cair em cima dos inimigos. Infelizmente, a montaria de Kratos não tem uma vida muito longa, porque ele direciona as criaturas desferindo golpes com suas espadas.
O terceiro elemento é o novo sistema de armas adicionais, que evoluiu muito. Os produtores estão se esforçando para passar ao jogador com outras armas o mesmo sentimento que as Blades of Chaos passam, só que com efeitos diferentes. A única mostrada nos trailers foi Cestus, os braceletes de leão. Com essas duas luvas Kratos consegue massacrar inimigos à curta distância. Um aspecto interessante é a capacidade de trocar de armas no meio de uma sequência de golpes, até mesmo em pleno ar, permitindo uma variedade muito maior de combos.
Finalmente, o quarto e o último elemento é a adição de novos agarramentos, ataques e outras ações designadas para enfrentar hordas de inimigos. Um exemplo é a habilidade de Kratos pegar um inimigo e usar ele de escudo enquanto corre, atropelando os demais inimigos. Essa porção nova jogabilidade se viu necessária porque agora o fantasma de Esparta terá que enfrentar uma quantidade de inimigos muito maior do que em suas últimas aventuras.
Jogabilidade

Agora vamos falar da demonstração jogável, ela começa com Kratos saindo de uma caverna e se deparando com uma batalha feroz entre o Deus do sol Hélios e o Titão vulcânico Hipérion. Só uma curiosidade, de acordo com a mitologia, Hipérion é o pai de Hélios. Asmussen explicou que o objetivo ali era achar um caminho secreto que levaria Kratos até o Olimpo, mas como sempre haveriam alguns desafios. Com muita pressa, Kratos pula da caverna com as asas de Icarus.
Ao aterrissar, um grupo de inimigos dá as boas vindas ao espartano. Como o grupo é bem grande, é uma boa oportunidade para Kratos usar a habilidade citada no quarto elemento. Após escolher o sortudo, Kratos sai atropelando os demais até chegar ao outro lado. Enquanto o que restou do grupo se reagrupa Kratos prepara o seu arco de fogo para incendiar os inimigos, o que limpa completamente o caminho. Para o azar do guerreiro, uma nova porta abre e dela sai mais um grande grupo de inimigos, mas este liderado por um centauro.
Asmussen destacou que os inimigos se comportarão de forma diferente na presença de um líder, o que foi evidenciado pelo comportamento mais agressivo desse grupo de inimigos. Essa batalha exigiu mais das habilidades de Kratos, enquanto o anti-herói se esquivava dos ataques do centauro ia aos poucos fatiando os pequenos soldados. Apesar dos soldados terem sido derrotados com golpes simples, o ataque da lança do centauro teve que ser contra-atacado diversas vezes para enfraquecer a criatura.
Após receber uma certa quantidade de dano, surgiu acima do centauro o familiar círculo, que sinaliza a finalização. Acho que todos sabem o que aconteceu em seguida, esse foi o início do fim para o pobre centauro. As finalizações parecem trabalhar da mesma forma, botões aleatórios vão surgindo na tela e enquanto você os aperta no tempo certo assiste a uma horrivelmente sangrenta e violenta animação. No caso do centauro ele foi esfaqueado diversas vezes até não resistir mais e sucumbir perante o poderoso espartano.
Batalha sangrenta

Com aquela área em particular limpa, Kratos volta sua atenção para a luta entre Hélios e o Titã. Os golpes do gigantesco aliado de Kratos errando a divina carruagem de Hélios estava causando um desmoronamento bem incômodo para o pequeno Kratos. O nervoso anti-herói precisava achar um jeito de pular na carruagem para ajudar seu companheiro e ele se depara com uma catapulta que faria muito bem o serviço. Porém, antes de terminar de ajeitar a pontaria, surge uma ameaçadora quimera.
É lógico que o híbrido de cobra-leão-bode viria para dar dor de cabeça à Kratos. Em frente da besta, Kratos escolhe Cestus como seu armamento. Os ataques da híbrida criatura dependiam de qual forma estava no comando e no início causou muitos problemas atacando com veneno. Após uma bela troca de golpes, enfim surgiu o aclamado círculo acima da criatura, o que resultou numa decapitação. Sem a cabeça da cobra, a que passou a comandar foi a de leão, que atirava bolas de fogo. Após esquivar cuidadosamente das bolas de fogo e atacar um pouco, Kratos pôde finalizar a cabeça de leão.
E a criatura ainda não derrotada recorre à sua última alternativa, a cabeça de bode. Você deve pensar que os ataques da forma de bode não seriam tão problemáticos quando os da cobra ou os do leão, não é esse o caso. Os golpes do bode eram extremamente poderosos e tiraram de Kratos muito de sua vida. Mas um pouco de dedicação, muita raiva e algumas armas místicas permitiram à Kratos derrotar a quimera e finalizá-la de forma impressionante.
Vamos adicionar “Ter seus chifres arrancados e enfiados em seus olhos” na nossa lista de jeitos indesejáveis de morrer. Sem a quimera no seu encalço, Kratos usa a catapulta para voar até Hélios e ajuda o Titã a pegar Hélios e arremessá-lo para bem longe.
A escalada continua

Com Hélios descartado, o Titã continua sua ascensão rumo ao Olimpo. E é aí que surgem muitas harpias, elas oferecem a maneira perfeita de Kratos chegar até onde Helios caiu. Kratos vai pulando de harpia em harpia até chegar ao outro lado, matando cada uma delas. Chegando perto o suficiente, Kratos usa a harpia para cair no chão em alta velocidade em cima de um grupo de inimigos que estava à sua espera. Depois de acabar com mais esse grupo de inimigos, Kratos escala até onde Helios se encontra.
Ao ficar cara-a-cara com Kratos, o ferido Deus invoca alguns esqueletos para defendê-lo. Só que desta vez não são esqueletos comuns, estão todos bem armados e alguns usam até escudos. Felizmente, um ciclope chega e serve de montaria para Kratos resolver a situação. Após o ciclope destruir todos os escudos, Kratos arranca seu único olho e finaliza os esqueletos, deixando Hélios sem proteção alguma. Depois de uma nada amigável troca de palavras,
Kratos arranca a cabeça de Hélios. Como se trata do Deus do sol, a cabeça dele é bem brilhante, mesmo morta, o que faz dela um utensílio para Kratos achar a passagem secreta até o Olimpo.
Nessa hora Asmussen avisa que a cabeça de Hélios irá revelar alguns segredos no jogo quando usada em áreas específicas, e o jogador encontrará essas áreas através da vibração do controle. Kratos usa a cabeça de Hélios para revelar a localização da porta mística e entra numa caverna subterrânea.
Rumo ao Olimpo

Uma vez dentro da caverna escura, a cabeça também serviu como uma potente lanterna, iluminando o caminho e paralisando os inimigos que recebiam a luz de forma concentrada. Um detalhe interessante é que a cabeça de Hélios funciona e é segurada como a cabeça da Medusa nas aventuras anteriores. Os inimigos “iluminados” ficam totalmente vulneráveis e Kratos não os perdoa. Kratos chega em uma área que contêm um lançador, a sequência a seguir foi chamada por Asmussen de “Ascensão de Icarus”. Basicamente a ação era voar até o topo desviando de obstáculos em alta velocidade.
No final da sequência, Kratos finalmente chega ao Olimpo e já encontra seu amigo Titã causando problemas. A demo termina com uma boa olhada no Olimpo, e dá a impressão de que não sobrará muito da casa de Zeus lá pro final do jogo.
Veredicto

A demo deixou uma boa impressão da jogabilidade. A ação foi tudo o que queríamos ver num jogo da série God of War. A câmera funcionou muito bem a todo momento. Os visuais estavam bons mesmo ainda não finalizados. Kratos está bem detalhado como nunca esteve antes. Inimigos e efeitos bem variados, alguns impressionantes e outros nem tanto. Os ambientes estão bem consistentes, graças à grande escala do jogo.
O que foi visto de God of War III até agora superou toda e qualquer expectativa. Lutas épicas, criaturas mitológicas, combos, decapitações, personagens famosos e a fúria de Kratos. Estamos na expectativa para vermos os gráficos bem melhores na versão final, mas mesmo inacabados, eles passaram uma belíssima primeira impressão em movimento. Como toda boa demo, ficamos querendo mais. Estamos curiosos para saber como a história continua, se o novo sistema de armas funciona mesmo e como será a jogabilidade nos titãns.
Destaque final

As batalhas gigantescas e épicas de God of War III não vão ser os únicos destaques. Os titans podem ser maiores que a Torre de Chicago e a Medusa Lair do segundo jogo pode perfeitamente ser apenas a palma da mão dessas criaturas.
Imagine o famoso e espetacular jogo do Team ICO, Shadow of the Colossus. Agora, pense nas enormes áreas jogáveis destes. Pois bem, God of War III promete áreas muito maiores. Estamos falando de níveis que se movem — isso em tempo real, dependendo da posição de seu inimigo. Você pode, inclusive, ver isso no trailer lançado nesta semana. A equipe responsável pelo jogo revela que isso é graças ao poder do PlayStation 3, e que não pôde ser feito no PlayStation 2.
“Muito do que foi feito no PlayStation 2 foi baseado em ideias criativas,” é o que diz Asmussen. “Mas no PS3, no começo do projeto, nós estudamos o sistemas e meio que entendemos o que ele pode fazer. Nós nos comprometemos a fazer os personagens parecer de maneira real. De um modo que o jogador perceba que eles vivem, e que seja de um jeito que transforme o jeito de olhar para os jogos.” Apoiado.
A tão falada “Titan Gameplay” mudou o modo que o time fez os níveis. É claro que você deve estar pensando que redefenir algo é um termo bastante usado na indústria atualmente. Mas nós garantimos que isso realmente acontece em God of War III. E de uma forma nunca antes vista em outro jogo. Usar níveis que se movem, e mudando a forma que os puzzles, combates e as plataformas são feitas.
A demo começa, e a primeira impressão que temos é que estamos vendo um Kratos 3.0. Os detalhes em seu corpo estão mais completos, com cicatrizes e os músculos esticando e flexionando enquanto ele se move. Ainda assim, ele é o anti-herói que nós conhecemos em 2004.
God of War III apresenta um novo modelo de armas. Enquanto nos outros jogos as correntes eram as armas preferidas e mais usadas, a equipe planeja fazer algo mais completo nesta versão. A Cestus, arma que você viu no trailer, é apenas uma delas. Novos combos e ataques impressionantes são prometidos. E mais, elas poderão ser trocadas em tempo real, podendo combinar diferentes ataques de diferentes armas ao mesmo tempo. O Arco-e-Flecha de Fogo, como o próprio nome diz, solta uma flecha de fogo nos seus inimigos. O fogo pode se propagar também, afetando vários inimigos de uma só vez. Vale lembrar que os generais de um arsenal podem aparecer, deixando um determinado grupo de inimigos mais confiante e agressivo.
“Nós não estamos mostrando esse sangue apenas por mostrar,” diz Asmussen, falando sobre a violência do jogo, que é bem mais realista em alta definição. “Algumas coisas são bem acima do topo, então vamos retratar as emoções das pessoas. Nós achamos que isso realmente se encaixa na personalidade de Kratos, e não é apenas mostrar o sangue.”
God of War III é maior, mais bonito e mais sangrento que qualquer jogo de PlayStation 3 já visto até o momento, em uma escala bem maior do que a de seus rivais. É como uma pintura em tempo real, diz o respeitadíssimo blog Kotaku.
Parece tão espetacular e violento quanto um jogo pode ser. A equipe da Sony Santa Monica parece ter entendido bem o que eles devem fazer, usando a verdadeira promessa da nova geração, com algo que não pôde ser feito anteriormente. A câmera, um problema em vários jogos do gênero na geração, é dinâmica e boa, e promete uma experiência cinemática. Vamos aguardar até a E3 para uma data de lançamento.
Top 100 jogos de 2009



100. Wanted: Weapons of Fate (Xbox 360, PS3, PC)
99. Batman: Arkham Asylum (Xbox 360, PS3, PC)
98. Red Steel 2 (Wii)
97. Sin & Punishment 2 (Wii)
96. Scribblenauts (DS)
95. Moon (DS)
94. L.A. Noire (PS3)
93. F.E.A.R. 2: Project Origin (Xbox 360, PS3, PC)
92. X-Men Origins: Wolverine (Xbox 360, PS3, PS2, PC, Wii, DS, PSP)
91. Fatal Frame IV: Mask of the Lunar Eclipse (Wii)
90. National Geographic: Africa (PS3)
89. Colin McRae: Dirt 2 (PC, Xbox 360, PS3, PSP, Wii, DS)
88. Stargate Worlds (PC)
87. UFC 2009 Undisputed (Xbox 360, PS3)
86. The House of the Dead: Overkill (Wii)
85. InFamous (PS3)
84. Just Cause 2 (Xbox 360, PS3, PC)
83. Resistance: Retribution (PSP)
82. Solid Body Picross 3D (Wii)
81. Metal Gear Solid Touch (iPhone)
80. APB (PC, Xbox 360, PS3)
79. Star Ocean: The Last Hope (Xbox 360)
78. Phantasy Star Zero (DS)
77. The King of Fighters XII (PS3, Xbox 360)
76. Wolfenstein (PC, Xbox 360, PS3)
75. White Knight Chronicles (PS3)
74. Brutal Legend (Xbox 360, PS3)
73. Warhammer 40,000: Dawn of War II (PC)
72. Fire Emblem: Shadow Dragon (DS)
71. Dragon Age: Origins (PC, Xbox 360, PS3)
70. Yakuza 3 (PS3)
69. Star Wars: The Old Republic (PC)
68. Mafia II (Xbox 360, PS3, PC)
67. Halo Wars (Xbox 360)
66. Bayonetta (Xbox 360, PS3)
65. Fragile: Farewell Ruins of the Moon (Wii)
64. Miles Edgeworth: Perfect Prosecutor (DS)
63. WarioWare: Made in Me (DS)
62. Twisted Metal (PS3)
61. Ratchet & Clank Future 2 (PS3)
60. Forza Motorsport 3 (Xbox 360)
59. Alpha Protocol (Xbox 360, PS3, PC)
58. Empire: Total War (PC)
57. Guitar Hero: Metallica (Wii, Xbox 360, PS3, PS2)
56. Harry Potter and the Half-Blood Prince (Xbox 360, PC, Wii, PS3, PS2, DS, PSP, Mobile)
55. Guild Wars 2 (PC)
54. The Conduit (Wii)
53. I Am Alive (Xbox 360, PS3, Wii, PC)
52. Marvel Ultimate Alliance 2: Fusion (Xbox 360, PS3, PS2, PSP, Wii, DS)
51. Terminator Salvation: The Videogame (PC, Xbox 360, PS3, PS2, Wii, DS)
50. Aliens: Colonial Marines (PC, Xbox 360, PS3)
49. Indiana Jones and the Staff of Kings (Xbox 360, PS3)
48. Kingdom Hearts: Birth by Sleep (PSP)
47. Kingdom Hearts 358/2 Days (DS)50. Aliens: Colonial Marines (PC, Xbox 360, PS3)
49. Indiana Jones and the Staff of Kings (Xbox 360, PS3)
48. Kingdom Hearts: Birth by Sleep (PSP)
47. Kingdom Hearts 358/2 Days (DS)
46. Monster Hunter 3 (Wii)
45. Skate 2 (Xbox 360, PS3)
44. Kirby Adventure (Wii)
43. The Godfather II (Xbox 360, PS3, PC)
42. Professor Layton and the Demons Box (DS)
41. Dissidia: Final Fantasy (PSP)
40. Final Fantasy Crystal Chronicles: Echoes of Time (Wii, DS)
39. Bionic Commando (Xbox 360, PS3, PC)
38. Dark Void (Xbox 360, PS3, PC)
37. Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena (Xbox 360, PS3, PC)
36. Rhythm Heaven (DS)
35. Ghostbusters: The Video Game (Xbox 360, PS3, PS2, PC, Wii, DS)
34. Heavy Rain (PS3)
33. The Lord of the Rings: Conquest (Xbox 360, PS3, PC, DS)
32. Uncharted 2: Among Thieves (PS3)
31. MadWorld (Wii)
30. Punch-Out!! (Wii)
29. Mario & Luigi RPG 3 (DS)
28. Deus Ex 3 (PC, Xbox 360, PS3)
27. Beyond Good & Evil 2 (Xbox 360, PS3)
26. Dragon Ball Online (PC)
25. Grand Theft Auto: Chinatown Wars (DS)
24. Rock Band: The Beatles (Xbox 360, Wii, PS3, PS2)
23. Dragon Quest IX: Protectors of the Sky (DS)
22. Alan Wake (PC, Xbox 360)
21. Prototype (Xbox 360, PS3, PC)
20. Mass Effect 2 (Xbox 360, PC)
19. Halo 3: ODST (Xbox 360)
18. Portal 2 (PC, Xbox 360, PS3)
17. Killzone 2 (PS3)
16. Assassins Creed 2 (Xbox 360, PS3, PC)
15. Tom Clancys Splinter Cell: Conviction (Xbox 360, PC)
14. Bioshock 2: Sea of Dreams (PC, Xbox 360, PS3)
13. Tekken 6: Bloodline Rebellion (PS3, Xbox 360)
12. Pokemon Platinum (DS)
11. Wii Sports Resort (Wii)
10. Street Fighter IV (Xbox 360, PS3, PC)
9. Diablo III (PC)
8. God of War III (PS3)
7. The Sims 3 (PC)
6. Starcraft II: Terrans – Wings of Liberty (PC)
5. Half-Life 2: Episode 3 (PC, Xbox 360, PS3)
4. Resident Evil 5 (Xbox 360, PS3)
3. Guitar Hero 5 (multiplatform)
2. Call of Duty: Modern Warfare 2 (multiplatform)
1. Final Fantasy XIII (PS3, Xbox 360)
Avatar:the game REVIEW
Uma raça alienígena formada por humanoides de cor azulada com mais de três metros de altura, também conhecidos como Na´vi, é ameaçada pela invasão dos terráqueos do século XXII, em Pandora, seu planeta natal – um ambiente formado por uma grande massa de gás onde os humanos mal conseguem respirar. Através de um programa de clones que recria híbridos entre humanos e Na´vis, estes terráqueos com o DNA modificado, os tais Avatares, são controlados mentalmente por seus donos, e condicionados a encontrar um mineral que pode mudar o jogo em relação à produção de energia na Terra. A trama realmente remete a um filme de ficção científica de primeira.
Durante a conferência da Ubisoft, na E3 deste ano, poucos se entusiasmaram quando James Cameron, cineasta responsável por True Lies e Titanic, anunciou que o jogo baseado em seu mais recente filme receberia uma versão para Wii – ainda mais depois do anúncio de que todos os videogames da atual geração receberiam Avatar: The Game. Seguindo os estigmas deixados por outros jogos lançados para Xbox 360 e PlayStation 3, adaptados depois para o Wii, seria até normal receber um game com qualidade abaixo do esperado, e que não utiliza as funcionalidades únicas do sistema. Ainda mais quando se trata de games baseados em obras cinematográficas... O novo jogo da Ubisoft felizmente quebra este paradigma.
Uma versão especial para Wii
Ao contrário do que acontece com algumas adaptações de jogos para Wii, em vez de investir em uma adaptação, a Ubisoft escalou uma equipe só para cuidar da versão para o console da Nintendo, que acabou resultando em uma versão que complementa a história do filme. Em James Cameron´s Avatar: The Game, você parte em diferentes missões que não buscam explorar o que será visto no longa, com estreia marcada para o dia 18 de dezembro nos cinemas de todo o Brasil. Nas versões para PlayStation 3 e Xbox 360, a história se desenrola da mesma maneira que a do filme protagonizado por Jake Slly “um ex-fuzileiro paraplégico que trabalha em exploração de minas”. No Wii você assume o comando de Ra´uk, um dos Na´vis nativos do exuberante e hostil planeta Pandora, com a missão de impedir que os Avatares realizem a gananciosa expedição para roubar os preciosos minerais.
Ficção científica hi-fi anti-sedentária
Misturando ação furtiva e aventura tridimensional em terceira pessoa, o destaque de James Cameron´s Avatar: The Game está no suporte aos quatro diferentes controles: Wii Remote acoplado ao Wii MotionPlus, o Nunchuk e a balança sensorial Wii Balance Board. Controlado pelo direcional analógico do Nunchuk, Ra´uk deve proteger a selva por um sistema de espionagem bem similar ao estilo do clássico Metal Gear Solid, porém sem a mesma profundidade. Além de posicionar a câmera por detrás do personagem, com o Z apertado, Ra´uk observa as andanças dos soldados Avatares na espreita. Quando a sua preza estiver bem próxima ao seu esconderijo, com o Wii Remote em mãos, basta apertar o botão B para realizar o movimento mostrado na tela e desferir um ataque silencioso surpresa. Caso seja localizado, o sensor de movimento do Wii Remote é utilizado para os golpes básicos do cajado de Ra´uk em combate, captados de acordo com seus movimentos.
Embora não seja obrigatório, o uso do Wii MotionPlus faz diferença. Além de respostas e movimentos mais precisos, o acessório também oferece um conteúdo exclusivo. Quando estiver próximo a uma colmeia, ao mirar o cursor e apertar o A, o jogador assume o controle do voo de abelhas assassinas para distrair os soldados em bando. O periférico é necessário, pois as abelhas são controladas através de giros – movimentos que não seriam reconhecidos pelo controle sem o acessório. Apesar de lembrar o sistema de controle de Air Sports (modalidade esportiva de WiiSports Resort), não é tão preciso quanto o jogo da Nintendo.
O sexto sentido de Ra´uk mostra qual o próximo caminho a seguir, e é ativado no botão C do Nunchuk. Em uma das fases, onde o protagonista recupera seu arco e flecha, a mira é controlada pelo direcional analógico. Um dos momentos mais marcantes de Avatar: The Game, é sem dúvida as fases de voo, em que Ra´uk enfrenta aeronaves em cima de uma criatura alada, enquanto desvia de montanhas rochosas e outros obstáculos. Imagine que além de sobrevoar por lindas paisagens atirando nos inimigos com o Wii Remote, o sistema de voo pode ser controlado pelos movimentos do seu corpo, reconhecidos pelo Wii Balance Board. Haja coordenação!
O Jardim dos sonhos também tem espinhos
A qualidade visual das coloridas florestas densas de Pandora impressiona. O cenário é composto por muitas cores, formas e faunas luminosas, tudo aparecendo a 60 frames por segundo na tela. Isso não só reduziu o abismo existente entre as diferentes plataformas, como pincelou um dos gráficos mais bonitos no Wii. Mas, nem todos os efeitos de partículas, de física e sombras dinâmicas conseguiram esconder alguns defeitos primários, como à construção em pop-up em folhagens, a forma com que os inimigos se esvaem quando são derrotados, problemas de câmera e uma pequena queda de frames quando há muitos elementos na tela.
Na parte sonora, Avatar: The Game mistura efeitos sonoros tridimensionais, interativos e cristalinos que reproduzem a natureza com fidelidade, com músicas inexpressivas e repetitivas, que acabam inspirando combates mornos. Apesar de utilizar um sistema de combate genérico, a Ubisoft conseguiu entregar um bom, com produção acima da média, que oferece um inovador sistema de controles. Mas, por que a pressa de lançar um game de aventura baseado num longa-metragem de ficção científica que ainda nem estreou nos cinemas?
Nota Lxgamer para Review: Avatar: The Game
8.0 Gráficos
6.0 Som
8.0 Jogabilidade
7.0 Diversão
7.0 Single Player
7.0 Multiplayer
7.0 Média
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